segunda-feira, 27 de maio de 2013

Jornalistas precisam-se

Jornalistas para sobreviver não podem esperar que a notícia venha até eles como a maior parte faz.  Espera que a Lusa dê as notícias e eles transcrevem.

Jornalistas têm de acrescentar alguma investigação à notícia.

A razão do sucesso de tantos comentadores nas televisões é que acrescentam mais do que os jornalistas. (não concordo com políticos como comentadores mas existem e têm o seu mercado).

Toda a gente pode saber as notícias da lusa, o que se precisa dos jornalistas é que sejam rápidos, eficientes e que consigam dar mais qualquer coisa a cada notícia que dão.  Seja explicar o porquê do sucedido, como o que já aconteceu até agora etc.

O Jornalismo futuro tem que pensar que quem os lê não vai dedicar tanto tempo como antigamente e portanto tem que ser concreto e tem de situar o leitor no assunto.

Muitas vezes os jovens não vão ler jornais e desinteressam-se das notícias porque não conhecem o que já aconteceu para trás e portanto não ficam interessados. 

O futuro jornalista tem que ser mais elucidativo para que rapidamente a atenção seja captada e a mensagem seja dada com uma estrutura que não seja uma continuação mas sim algo com principio meio e fim.

O Jornal de Negócios de Pedro Guerreiro vai mais ao encontro dos jornais do futuro, não é por acaso o sucesso deste jornalista e do seu jornal.

No futuro não se quer noticias de encomenda isso "está o inferno cheio".  É preciso noticias concretas e sérias.

Cortaram no jornalismo de investigação mas este tem de voltar e o jornalista tem que incutir algo próprio.

O jornalista não é um pivô que lê as noticias (ou transcreve) tem que ser algo mais do que isso.

O jornalista deve ganhar credibilidade para no futuro ter mais pessoas a querer segui-lo.

Não vale a pena dar números sobre um assunto ou acontecimento que se repete todos os anos e não se mostra a comparação com pelo menos o ano anterior.

Os números só por si não captam a atenção se não houver maneira de comparar para poder avaliar o progresso ou a perda.

Os jornalistas são necessários mas que não sejam representantes de marcas ou de alguém e que informem de verdade.

Para o futuro do jornalismo é necessário credibilidade e mais virados para o perfil dos leitores de forma a cativar o sector de mercado que mais lhes convém.  Sem leitores não há financiamento através da publicidade e sem isto não há jornalismo de qualidade.  Acho que no fundo todos sabem isto.

É preciso restruturar os cursos de jornalismo.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Espírito de equipa

Quem fez desporto de equipas sabe que das coisas fundamentais é dentro de uma equipa todos coordenarem os seus comportamentos de forma a equipa estar interligada e funcionar como um núcleo indivisível e estruturado.

Quem vê futebol percebe que quem funciona mais em equipa consegue melhores resultados para o grupo.

Quem faz parte de um clube, não gosta que falem mal do seu clube.

Quem faz parte de um partido politico devia ter o mesmo comportamento.  Quem faz parte de um partido não deve vir para fora deste criticá-lo e dar armas aos seus rivais para derrubarem esse partido.

Quem fez desporto a sério sabe isso.  É básico que a equipa perante um adversário esteja coesa.  Como é que pessoas que já tiveram cargos políticos e foram importantes nos partidos políticos se permitem vir dizer mal.

Para dizer mal deve dizer no seu partido e combater dentro. 

Acho que os partidos deviam ensinar mais "ética" aos seus militantes.  Talvez se aprendessem com o Benfica  ou com os do Porto.  

Podem dizer que é liberdade de expressão mas para mim se fazem parte de um partido então já não são livres e portanto não devem expressar publicamente uma opinião contrária ao seu partido.  Se querem fazer isso então saiam do partido em questão e mencionem publicamente que já não fazem.

O povo percebe quem está despeitado, que não teve o cargo que pensava que ia ter, ou porque não lhe estão a dar a importância, o problema são os jornalistas que fingem que não percebem e continuam a dar voz a gente azeda e despeitada, que não contribui em nada para melhorar o nosso país, antes pelo contrário.


sexta-feira, 17 de maio de 2013

A Indústria e os gays

Sempre houve gays e sempre haverá.

Esta excitação à volta do assunto da orientação sexual de cada um irrita-me e cansa-me.

Eu não tenho nada a ver com quem anda com quem e fazem o quê.

Tudo tem um interesse econômico.

O casamento é entre duas pessoas de sexos diferentes.  Porque não dar outro nome à união de duas pessoas do mesmo sexo.

Todos que tenham os mesmos direitos é me indiferente, as heranças, o direito à casa, aos seguros etc.

Mas acho mal a adopção por casais gays.  Não percebo como é possível acharem bem.

A indústria da cosmética e da moda devem ter tido um papel muito forte a apoiar os lobbys gays.  Têm todo o interesse em conseguir que a maior parte se torne em consumidores compulsivos de cremes, perfumes, roupa, malas, joalharia etc.

As crianças andam baralhadas, em todo o lado falam de gays e as crianças e adolescentes falam disso nas escolas a toda a hora.  É perturbante tentar educar as crianças nesta altura.

Já assisti a algumas cenas de carinho no meio da rua de gays e acho que não tinha que assistir a isso muito menos com a minha filha pequena ao meu lado.

Era importante que os casais gays tivessem cuidado com o seu comportamento nos locais públicos porque a liberdade deles não deve obrigar os outros a assistir a coisas que não têm que assistir.

É também uma violência estarmos todo o tempo a ser metralhados com as injustiças que os gays sofrem.

Qualquer dia os gays perseguem os hetero a tentar que estes se tornem gays, se calhar já acontece, não sei.

Para mim quem ganha mais com isto são as indústrias ligadas ao consumo e são elas que têm o maior interesse, para aumentar o seu mercado.  Muito dinheiro deve ter sido dado ao cinema, a jornalistas etc para ajudar a fomentar este frenetismo do lobby gay.

A nível de mercado de trabalho  as mulheres hetero ainda se vão tramar mais no futuro.  Primeiro os homo, segundo os hetero, terceiro as lésbicas e só depois as mulheres hetero.

As mulheres só para ter filhos, mesmo assim deve ser por pouco tempo, com a inseminação artificial, qualquer um pode vir a ter filhos.  Será que vão querer? Ou vão sempre encomendá-los para não terem que sofrer.

Em Portugal hoje é votada a lei para casais do mesmo sexo poderem adoptar crianças.  Estou contra.  As crianças precisam de se identificar com os dois gêneros sexuais.  Ao longo do seu crescimento a criança tanto rapariga como o rapaz vão tendo fazes em que precisam mais da mãe ou do pai. A aprovação pelo sexo oposto nas crianças é notória e a falta desta, cria muitas vezes inseguranças que os acompanham para toda a vida.

Também se pode dizer que nos casais de hetero o  equilibrio não existe, mas pelo menos existe a tentativa. Nos outros não pode haver.

Claro que existe muita pobreza e muitas crianças vivem abandonados e precisam de lares.  Mas será que vão ter lares de verdade?

Podem ter muitos bens materiais, mas a nível psicológico como vão crescer estas crianças?

Quais são os critérios para escolher quem pode adoptar?  Que casais gays vão ter boas condições para ter uma criança adoptada.  Muitas vezes os casais não são aprovados para adoptar e os casais gays como vai ser? 

Tanta gente com problemas gravíssimos sem saber como comer no dia seguinte em Portugal e os deputados estão a gastar o nosso dinheiro no parlamento para ajudar os gays a terem criancinhas.

O que vão inventar mais...



sexta-feira, 10 de maio de 2013

E se estivessemos por um fio?

Viver cada dia como se a nossa vida estivesse a acabar.

Ao ver o filme de Queen Latifha "Last Holiday" (2006)   http://www.youtube.com/watch?v=fBUcxMNInL8
fica-se a pensar se nos acontecesse o mesmo, dizerem-nos que já não nos resta muito tempo de vida, o que fariamos.

Se tivessemos pouco tempo de vida o que faziamos?

Muitas são as pessoas que após um susto grande, em que pensam que vão morrer, a atitude depois disso muda.  As pessoas dão mais valor à vida e realtivizam muito mais os problemas.  Por vezes até tornam-se pessoas muito mais aventureiras e outras cuidam muito melhor delas.

Existem pessoas com todos os feitios, bons mau, uns mais optimistas outros mais pessimistas, outros mais alegres, outros mais traquilos etc., as reações a uma situação serão diferentes.

As motivações das pessoas também têm graus diferentes e portanto as reações a momentos cruciais como é pensar que se vai morrer em pouco tempo, têm resultados muito diferentes.

No filme esse momento foi muito importante para o tempo que ela teve depois disso.  E realmente existem pontos de viragem na vida que por vezes vêm por bem.

E no dia a dia devemos viver como cada dia fosse o último?

Por um lado seria fantástico porque se calhar seriamos muito mais produtivos e alegres mas por outro se pensassemos que não havia amanhã que medidas tomavamos?

Já não havia adiamentos, se calhar gastávamos mais dinheiro ou só tentariamos estar com toda a gente que gostávamos.  Faziamos arrumações, faziamos viagens, ou viveriamos como se nada tivesse acontecido?

Por vezes penso: se tivesse pouco tempo o que gostava de fazer e é difícil.

Ainda não consegui organizar a minha mente para saber o que fazia realmente.

Já cheguei a fazer lista do que levava de casa se a tivesse que abandonar num incêndio ou terramoto, mas ainda não consegui fazer o exercicio do que fazia se tivesse pouco tempo para viver. No fundo são situações  contrárias, uma é para pensar em sobreviver e a outra situação do que falamos, é o inicio do fim, em que não se leva nada.  O importante é o que se deixa feito.

No fundo todos nós temos os nossos pensamentos, mas tomar medidas e alterar ou não, só passando por uma situação dessas é que saberia como ia reagir de verdade.

Conforme vamos andando na vida, mas compreendemos que a reação a momentos de limite são tão variadas como quantas pessoas vamos conhecendo.







quarta-feira, 1 de maio de 2013

Essências e odores como ambientadores

Os cheiros das casas ou das lojas


Algumas lojas usam cheiros para criar um ambiente convidativo e atraente para os consumidores.

Será que é saudável para quem lá trabalha?

Os restaurantes que cheiram muito a comida ou aqueles que conseguem ser bem arejados criam ambientes diferentes.

Conforme os cheiros, tal como os sons ou as luzes. procura-se induzir os ambientes para os comportamentos que se quer obter.

As essências para casa quando as compramos muitas vezes é pelo ambiente que nos vendem, transmitem ideias.

Quando se vê incessos muito baratos nas lojas dos chineses, eles já vendem dando-nos indicação do que cada cheiro ajuda a criar o ambiente. Por exemplo: para relaxar, para dar energia etc.

Uma casa bem tratada e limpa e arejada, dá uma sensação de casa saudável,  O problema é que muitas vezes os detergentes que se usam podem cheirar muito bem mas rapidamente se perde o cheiro.  Antigamente alguma coisa que fosse encerada dava um bom cheiro durante muito mais tempo.

Quem vive no campo e planta flores, de ter flores a enfeitar a casa que dão um bom cheiro e uma sensação de frescura muito agradável.

As flores frescas também acabam depressa e muitas vezes compradas nas cidades, já levaram tanto frigorífico que já nem cheiram bem.

Assim resta outra solução que são as essências para a casa.

É agradável uma casa com cheiros suaves mas será saudável?


Eu gosto de casas a cheirar bem e é uma coisa que reparo, mas tenho-me questionado se será saudável.

Temos perfumes para a casa como os ambientadores para as casas de banho que acho normalmente muito artificiais e muito fortes.

Temos variadissímas soluções para dar bons cheiros a nossa casa.

Será que estes cheiros artificiais não nos farão mal?

Gosto de velas com cheiro e às vezes fico preocupada se terá efeitos para as vias respiratórias.

As pessoas que trabalham em lojas com cheiros muito intensos será que não perdem o olfacto?

Muitos dos produtos que usei também não duram muito tempo mas não à dúvida que é agradável.

Existem uns incensos japoneses que eu gosto muito que espero que não faça mal pois dão um cheiro muito agradável.




Também uso uma vela que gosto imenso que é portuguesa que tem um cheiro muito agradável e a vela dura bastante. Esta vela tem um requinte que aprecio bastante que é ter tampa que dá imenso jeito para apagar a vela e esta também não apanhar pó quando não a estamos a usar.

O blogue "O Comentador" já a recomendou a algum tempo.  É realmente um produto português muito bom e agradável.  http://comentadordesbocado.blogspot.pt/2012/07/portus-cale-vela-verde.html


Antigamente havia móveis de cedro e outras madeiras que afastavam as traças e davam um certo cheiro.  O que poderemos ter a nível de cheiros bons que nos ajudem a uma melhor qualidade de vida. E não serão perigosos para o ser humano.

Como será no futuro?  As tintas das casas, os pisos já terão impregnado cheiros agradáveis?


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Medidor de dor física precisa-se!

A Dor física

Devia haver uma máquina como os TAC ou as ecografias ou mesmo uma como a de medir a tensão, que consegui-se medir a dor que sentimos em alguma parte do corpo.

Seria muito mais fácil para nós quando íamos ao médico, ele media a nossa dor, e ele percebia que tipo de gravidade tinha a nossa queixa.

Cada vez que tenho que explicar a um médico a dor que tenho em algum lado fico sempre com a sensação que não me consigo exprimir suficiente.

A dor é relativa de pessoa para pessoa, mas há diferentes dores que podem ajudar a identificar o que temos.

Já cheguei a sair do consultório com a sensação que o médico me tinha achado piegas e outras vezes saio com a sensação que me devia ter queixado mais para ele perceber que era a sério.

A dor é realmente um assunto que devia ser mais estudado.  É fácil receitar drogas para quando temos dores mas para mim isso assusta-me porque acho que isso só adormece o corpo e ficamos sem saber se não devíamos tratar mais a sério.

Se alguém está habituado a sofrer dores, aguenta mais do que alguém, que ou não tem, ou toma logo medicamentos para não sentir dor.  É muito relativo de pessoa para pessoa mas devia poder-se ter a noção mais definida dos diferentes graus de dor.  Mas até que ponto é muita dor ou não, será que o que temos é normal esse grau de dor?

Claro que não falo em dores de cancro em estado terminal ou de queimaduras graves, sei que isso é que são dores violentas e graves, que os médicos não têm dúvidas.

Falo de dores que aparecem, que são fortes, ou moem e que tiram a vitalidade às pessoas na sua vida.

Muitas vezes diz-se que as dores são mais psicológicas do que reais.  Por isso é que acho útil que se descubra o medidor de dores quanto antes, para todos sabermos do que se está a falar quando alguém se queixa de dores.

Então nos bebés e crianças é muito complicado perceber, "medir" se a dor é de preocupar ou não.

Tal como temos termómetros deveria haver um mecanismo para dor.

Gostava que hoje em dia que estão sempre a aparecer coisas novas, que fosse inventada uma máquina que lê-se a nossa dor.  Assim podia-se transmitir aos médicos para eles compreenderem o que tínhamos e até que ponto teria que se ir para lidar com essa dor.

Espero chegar a ver essa invenção, seria um descanso para nós e facilitaria em muito os diagnósticos dos médicos.

Tenho esperança!




segunda-feira, 22 de abril de 2013

Cartas


Como é possível nos tempos que correm, em Portugal haver trocas de cartas que se tornam publicas a toda a hora entre políticos? Já chegou a acontecer em falar-se publicamente que Seguro escreveu uma carta que tinha enviado e depois afinal não tinha.

No momento de uma crise enorme, o maior partido da oposição tem um líder que quer ser primeiro ministro mas não quer ajudar o país. Como não é ele o líder do governo não negoceia e não participa na ajuda de tornar o nosso país viável.

A ideia que dá de Seguro é que só joga se for dono da bola.  Como o PS não está agora dono da bola, ele faz birra e queixa-se de tudo e por tudo.

Os "amigos" de partido estão mortinhos por tirar Seguro do lugar.  Agora até fazem cartas.  Estão todos a meter as mãos de fora.

O momento está a chegar e então já muitos se começam a posicionar para os lugares que querem ter.  Até Ferro Rodrigues já anda a mexer.

O que é triste neste momento da história, é que todos da oposição em vez de se unirem, criticam mas nada fazem para ajudar.

O PCP sabe à anos que os Estaleiros de Viana como estavam não tinham viabilidade e agora é que estão-se a reunir para ver o que fazem contra a decisão do governo, que hipocrisia.  Será que não teria sido melhor terem arranjado negócios de verdade para os estaleiros junto de camaradas de outros países.  Julgam que enganam quem.

A CGTP está preocupada em não ter quem lhes pague as quotas e não sabe o que há-de inventar para dar um ar que está a ajudar os trabalhadores.

Já é ridículo a história das cartas, hoje escrevo, porque parece que 50 pessoas do PS resolveram escrever uma carta Aberta a Jorge Seguro.

Será que esses 50 indivíduos não deviam tratar desses assuntos dentro do partido.  O povo percebe que o PS está todo dividido e ninguém se entende lá dentro.  É isso que o PS quer?

Após uma votação tão estranha uma maioria tão grande que Seguro teve à bem pouco tempo, como é que agora escrevem esta carta?

Não se percebe nada, ou percebe-se muito que é o PS e todos os socialistas estarem-se a borrifar para o país.  Endividaram Portugal desta maneira e agora só lhes interessa as intrigas partidárias.

Estamos muito mal servidos em questões de oposição.


terça-feira, 16 de abril de 2013

Seria diferente se

os gays constituissem familias e criassem filhos.

Se isso viesse a acontecer em quantidade significativa, as famílias ditas tradicionais, veriam os seus direitos mais bem defendidos após os homens gays terem que lidar com todos os problemas e dificuldades de criar crianças e conseguir trabalhar e ter uma ascensão profissional ao mesmo tempo.

O lobby gay trabalha tão bem, que calculo que logo logo, iria-se arranjar uma solução para os homens gays com crianças não fossem prejudicados nos seus locais de trabalho e as suas carreiras.

Da maneira como todos os filmes têm que ter gays, a maneira como têm trabalhado pelos seus direitos nas heranças dos parceiros e etc.

Calculo que seja a solução mais fácil para as mulheres deixarem de ser vítimas sózinhas por terem filhos.

Já há anúncios que em vez de explorar o aspecto da loira num carro, já explore a imagem dos gays.  Imensos filmes com ideia de mudar as mentalidades e a piscar os olhos a um sector de mercado em ascensão.  As lojas de roupa para homem são a euforia da cor, quase que quem queira sobreedade fique ostracizado.

Portanto talvez seja a solução, as condições de trabalho para quem tem filhos pequenos venha a melhorar assim.

Embora ainda não tenham de sofrer uma gravidez, as noites mal dormidas e as faltas ao trabalho, por doenças médicos ou mesmo acontecimentos nos colégios etc., farão a diferença nesse mundo que estão tão habituados a viver só para eles. 

Estou convencida que quando esse dia chegar, irão-se mover montanhas.


Nota:
Não concordo com famílias gays poderem adoptar crianças e considerarem isso normal. Considero que uma criança precisa de ter um homem e uma mulher que acompanhem o seu crescimento. Claro que hoje em dia existem muitos casos em que isso não acontece, mas o que deveria ser o melhor para as crianças é o que devia ser considerado a norma.
O carinho que uma mãe dá é diferente do carinho do pai.  O tipo de conversas com os pais são diferentes, os interesses são diferentes. A variedade cria um maior equilibrio para a criança construir o seu eu.


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Esperteza até que ponto


Há pessoas especialista em sacar o que os outros constroiem e começam o seu trabalho apartir daí. Por um lado inteligente por outro pouco sério. Quais as margens entre o aceitável e o injusto. Muitos ganham trunfos e glórias porque o que fica visível são os resultados. 

Não olham a meios para atingir os seus fins.

Até que ponto e apartir do qual já é abuso e depois chega a inaceitável.
Muitos mexem muito e não chegam a grande resultados.

Outros são muito eficazes e conseguem distinguir o superfulo do essencial com bons resultados.

Outros aproveitam-se e conseguem uma imagem de fantástico sendo fictício. Tudo artificio de saber dar uma boa imagem e aproveitar-se do trabalho dos outros de uma forma que fica na fronteira tenua de normal e abuso e cruel.  A esperteza de fazer os outros de parvos.

Muitos pais para não terem que procurar, não perder tempo, compram igual aos outros, educam os filhos a observar os outros e comprar igual e fazer igual. Por um lado as crianças   gostam, e o ambiente em casa fica mais pacifico, mas este sistema de desenvolver a falta de autonomia de carácter, a inveja e a cobiça nas crianças é inacreditável mas acontece mais do que devia.


É muito prático copiar tudo, mas no futuro as crianças vão copiar os outros cada vez mais e depois talvez sem saber aonde parar.

Das pequenas coisas sem importância aos assuntos sérios, o exemplo dos pais de aproveitadores vangoloriando-se da sua esperteza vão se gerando pessoas amorfas de carácter manobráveis e de pouca confiança.

Será que os pais não percebem o que estão a fazer ou acham mesmo bem.  Que assim os filhos sobrevivem mais fácilmente?


Vivemos numa época que a imagem vale mais, mas até que ponto é que isto vai chegar?


As pessoas não têm tempo e só "observam" a superficie?


Os vendedores da banha da cobra têm tido sucesso, mesmo com pernas de barro, sem escrúpulos vão se fazendo estrelas.  Mas até quando?


Não será preciso mais do que isto?


É preciso que alguém faça o trabalho sério e construtivo.  Um país não pode viver só de mentiras e imagem.


Ainda não percebi como o ex-primeiro ministro Sócrates conseguiu ir para a televisão pública do nosso país passado de tão pouco tempo de tudo o que aconteceu e provocou.


Já há quem no twitter se refira a este senhor em código para não ter represálias no futuro, será que é mesmo assim?  Espero que não.




sábado, 13 de abril de 2013

Qual igualdade?


Uma mulher que tem um filho se quiser estar em lugares de destaque nas empresas ou nos governos tem de abdicar dos seus direitos como mãe.

Cada mulher por lei que tenha um filho tem direito a um tempo de baixa, para dar de mamar e tratar do seu filho.  Depende de país para país.  

Portugal tem vindo a melhorar o tempo em que uma mãe pode ficar em casa depois de dar à luz.

O problema é que isto é irreal.

1º Quanto mais tempo na legislação que tem direito, mais as empresas fogem a contratar mulheres em altura de poder vir a ter crianças.
2º Uma mulher que goze do tempo todo, sabe que vai ter prejuizos na sua carreira. Mais tarde ou mais cedo será prejudicada.  Raro, muito raro que isso não aconteça.
3º Quanto cargos mais de responsabilidade, mais prejudicada é a mulher.
4º As advogadas em escritórios privados raramente ou nunca gozam a licença toda, normalmente acabam por trabalhar ao mesmo tempo de casa e ir ao escritório uma parte do dia.
5º  As ministras que engravidam prometem logo que não vão gozar o tempo de maternidade.

Então igualdade só se for quando as mulheres abdicam de ter família ou alguém tratar da família por elas.
Será isto igualdade? Não pode haver igualdade.

No fundo as mulheres têm de ter o mesmo ritmo dos homens se quiserem crescer na sua carreira.  Continua a ser assim.

O que acontece é que hoje em dia os homens já não são tão egoistas quando constituem família, já querem participar e ajudar mais no equilibrio de uma família.  Se um tem sucesso o outro abdicou de algumas coisas, é quase certo.  Acontece que hoje em dia já existem homens que fazem isso.  

Aqui está a novidade, as mulheres (com filhos) conseguem-se tornar mais iguais quando os homens (parceiros destas) também se tornam mais iguais.  

Se não houver marido, a mulher terá uma avó que abdica de alguma coisa para fazer o papel dos pais etc.

Não há milagres.  Se os psicólogos se organizassem e falassem mais do assunto veria-se os problemas que gera aos filhos quando os dois pais querem ser bons profissionais ao mesmo tempo.  É terrível ver nas escolas os resultados dessa postura.

O resultado nas crianças da geração que tem vindo a crescer com a forma de vida acelerada dos pais e a ambição profissional tem que se diga nas crianças.

As próprias Ministras com que sacrifícios delas próprias e dos filhos conseguem equilibrar a sua vida.

O meu texto sobre o filme de Margaret Thatcher fala também do resultado de uma mulher que fez o que fez no mundo e o resultado no relacionamento com os filhos, no que deu. "Respeito à privacidade" de 5 de Março deste ano.

Alguém paga sempre pelos sacrifícios que as mulheres têm de fazer para equilibrar a sua vida quando querem ser mulheres por inteiro.

Claro que quanto mais dinheiro, a vida no imediato, fica mais fácil porque poderá pagar serviços para tudo.  Mas será bom?  A criança é que paga com isso e quando crescer isso se irá repercutir nas suas deficiências como ser humano e no seu relacionamento com os pais.

O truque é o equilíbrio e alcançar esse equilíbrio é muito raro.

Tantos divórcios, muitos será, em que os casais até gostavam um do outro mas tiveram dificuldade  em querer abdicar das suas vontades em prol da família, não conseguiram.

O que tenho aprendido com a vida é que não interessa a classe social, os estudos dos pais ou dos filhos, o que interessa é as crianças a sentir que fazem parte, que estão presentes nas mentes dos seus pais e que fazem todos parte da mesma equipa e ninguém desistir.

O mais importante é as crianças crescerem com carinho e alguém que os apoie, a sentirem que os pais estão lá quando for preciso e que todos fazem parte da mesma batalha do dia-a-dia.

Tenho visto poucos resultados bons, existe sempre alguma tristeza ou mágua, mas existem casos que resultam.

Em Portugal temos uma senhora Presidente da Assembleia da Républica, será que mudou alguma coisa?

Gostava de perceber se melhorou o funcionamento na assembleia.  Muitas vezes as mulheres até poderiam mudar mas não querem perder a sua popularidade junto dos homens que as avaliam e portanto preferem mostrar que só tomam medidas que outros homens tomariam.

Temos uma Ministra da Agricultura que está grávida vamos ver como ela resolve o caso dela.  Em tempos li uma entrevista na revista do Expresso, que ela própria falou que sem o empenho do marido não teria sido possível a sua carreira.  Vamos ver como será.

Ainda não percebi como resolver a situação das mulheres no futuro.