segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O Comportamento tem réplicas




Do Céu caiu uma estrela - Um filme de Frank Capra - A personagem representada por James Stewart no Natal está desesperado, tem mulher e filhos, mas está tão desesperado que pensa em que não devia ter existido e pensa em acabar com tudo. Nessa altura, tem a possibilidade de ver a vida dele para trás (e nós também vemos), percebe o quanto ele fez a diferença nas pessoas com quem ele foi-se cruzando na vida e com isso ele pensa melhor e acaba por ver outra forma de enfrentar a dificuldade e acaba por ser apoiado e ajudado.

É sem dúvida um filme que toda a gente deve ter presente, principalmente numa altura difícil, é bom percebermos que todos fazemos diferença e falta.  Qualquer pessoa tem efeito nos outros e isso faz toda a diferença.

Todos nós gostamos quando alguém tem um gesto amável conosco, os portugueses costumam ter fama de serem gentis, mas é preciso pensar que devemos continuar e podemos ser melhores.

É preciso que cada criança tenha alguém que acredite nela e aposte nela. É preciso falar com as crianças, elas não sabem se não sentirem, ou ouvirem alguém que acredita, que confia nelas, que acha que elas são capazes.

Há quem diga que uma das orientações que podemos ter para saber o que queremos fazer na vida é pensar como queremos que os outros se lembrem de nós quando morrermos.

As crianças captam tudo e o exemplo que lhes damos é mais forte que tudo o que dissermos.  Assim não são só os nossos filhos que podem beneficiar de um bom exemplo mas são todos com quem nos cruzamos todos os dias.

Os professores, os pais os tios os avós todos eles deixam marcas em nós, e com isto quero dizer que mesmo que a vida esteja a correr mal, há que pensar que alguém pode beneficiar com o nosso comportamento agradável.

Quem não se lembra de um professor que era melhor que outros, que disse alguma coisa que fez diferença, uma tia ou tio que foi simpático, alguma conversa que tiveram conosco ou que nós assistimos e vimos como um bom exemplo a seguir.

Os outros que não têm culpa do que nos acontece, não precisam de levar com a nossa má disposição.

As coisas boas e as coisas más passam e com calma consegue sempre haver uma solução.

Se não formos simpáticos é mais difícil os outros serem simpáticos conosco, não é ser interesseiro mas perceber que podemos ser nós os primeiros a ser amáveis e não estar à espera que sejam conosco.

Muitas vezes pensamos que alguém fez bem uma coisa mas achamos que não vale a pena dizer.  Eu acho que as coisas boas devem ser ditas.

Ter um comportamento agradável ou sorrir, ainda não paga imposto.



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

PS e a sua arrogância


Arrogância sim, o Partido Socialista embora sendo um dos responsáveis pela situação que o país se encontra, tem a arrogância de se pôr de fora quando lhe convém.


Numa altura que não é para ter birras o PS querendo mostrar-se forte (a necessidade de mostrar-se forte é sintoma de insegurança e fraqueza), resolve que agora não quer negociar as restruturações do país. Quem é forte não precisa de mostrar, é e neste momento era preciso ser superior a birras e estabelecer metas com o governo e fazer um plano a longo prazo para o país independentemente quem fosse que fosse que estivesse a governar.


É pena!

PS só joga se for dono da bola, então Portugal tem de esperar porque eles não são governo.  Não sabem nem querem ter papel importante na restruturação do estado, não dá jeito ao partido.

No fundo o PS não quer ajudar na reforma do Estado porque não tem ideias ou tem medo que as novas que tem não resultem e quando chegar às eleições o povo tenha visto que eles também falharam.  Eles já fizeram asneira  no governo e não sabem como tirar o país disto.  É mais fácil criticar.

Jorge Sampaio diz que a reforma não pode ser feita à pressa, que não pode ser "para inglês ver".  O problema é esse, o PS nunca teve pressa. É por isso que estamos como estamos, na bancarrota.  Não devemos mudar pelos credores então o que se faz? Não se paga? Fica-se a dever toda a vida, porque nos prolongam o tempo da divida e com isso nunca mais levantamos a cabeça.

No PS ainda não estão organizados, mas vão estar porque contrataram os responsáveis pela comunicação de Sócrates.  Pelo menos imagem vão ter.

A esquerda portuguesa no fundo quer dividir para reinar.  Não se entendem nem querem que os outros se entendam não dá jeito, e portanto ninguém se interessa em planos para o futuro de modo a alterar o percurso de Portugal.  Preferem ficar sentados a ver.

Agora de repente Seguro já pede a maioria, vai ser o salvador da pátria.  É muito democrático, quem está no governo eleito pelo povo com maioria já não deve governar e ele é que deve.  Ele é que sabe como vai pôr o país a funcionar. Mas só quando ele for governo é que faz. Até lá não faz acordos porque o país pode esperar por ele. É fantástico a auto-confiança de Seguro, está como novo.


Vamos esperar para ver!


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

likes nos museus


Acho que podia ser interessante para os museus.       


Visitantes a um museu, crianças ou um crescido que não tenha um interesse especial tem por vezes dificuldade em reter muita informação.  Normalmente tem de haver algo que nos crie alguma sensação. Para os meus filhos gostarem, e sei que mais pessoas fazem isso, desde pequenos que comecei a pedir para eles procurarem em cada divisão a obra que mais gostaram e expliquem porquê, até para mim resulta, fico mais atenta e acho interessante ver o que escolhem e o que lhes interessa.


Lembrei-me, porque não, em cada final de sala as pessoas serem convidadas a votar, a dar o seu like, no que mais gostaram e ai poderiam ou não justificar com pequeno questionário de escolha múltipla, e à saída podia existir um ecran com o top das obras que foram mais votadas, no dia na semana ou no mês.


É possível que depois iria criar problemas de filas para votar e podia-se alargar a que fosse através de sms ou com os telemóveis havendo wi-fi seria fácil.


Atendendo que a que a forma de estar e as perspetivas das crianças e adolescentes estão a mudar, poderia criar uma maior motivação para visitarem os museus e aprender algo mais, pelo menos aquelas obras que lhes tivessem sobressaído mais ficassem na memoria e procurassem saber mais.



É só uma ideia que talvez interessa-se aos museus para criar mais visitas.  Sei que há museus que usam uma nintendo para ajudar a fazer a visita, mas nunca vi nada de se poder votar nas obras com mais impacto. 


No fim sabia-se os resultados e podia ser interessante para os museus para diversas situações, como por exemplo além de publicidade, que podiam usar com esta inovação depois poderiam de tempos a tempos sobressair com dados sobre as votações. Também para conseguir patrocínios poderia ser mais um instrumento  com informação útil e de interesse para fomentar os apoios.

Já nas visitas virtuais em casa cada um também podia votar.

Hoje em dia já existem museus que quando procuramos uma obra de arte eles sugerem outras obras que nós também podemos apreciar (estilo Amazon com os livros).

Existem também uns que salienta o que os curadores do museu elegeram como referências.


Está tudo a mudar e para os museus manterem-se vivos e haver mais visitas poderia ser interessante.


Fica só a ideia!



Supermercados

Os supermercados surgiram para tornar a vida do cliente mais fácil.

Os supermercados surgiram para tornar a vida do cliente mais fácil. A ideia era: ter tudo no mesmo local para se demorar menos tempo nas compras para a casa; supostamente este conceito também tornaria o mais económico e ofereciam uma  maior diversidade de produtos.

Durante uns anos o supermercado para quem queria se despachar foi uma boa solução, era rápido, a qualidade dos produtos estava garantida e a variedade também.

Em alguns supermercados, era fácil perguntar a um empregado aonde estava um produto ou outra indicação  qualquer, os empregados é que nos colocavam os produtos nos sacos tudo bem organizado, o serviço todo era rápido e eficiente.  E mais tarde chegou o serviço de entrega em casa.

Hoje em dia:
a qualidade dos produtos frescos muitas vezes deixa a desejar, a maior parte ainda estão meio gelados, 
a variedade de produtos já não é a mesma,
existe uma gestão do economato que deixa muito a desejar, porque muitas vezes dá a sensação que têm da  marca que queremos mas para escoar o que lhes dá jeito, uma marca especifica muitas vezes linha branca, querem ser eles a dizer o que nós compramos, não encontramos o produto e ainda lá está o espaço marca  que queriamos vazio,
temos que tocar à campainha ou esperar que apareça um empregado que nos sirva na charcutaria ou talho,
e os prazos tem que se ter muito cuidado porque estão muitas vezes no limite,
os sacos muitas vezes ou são de má qualidade ou temos de os pagar,
nós voltámos a ter que colocar os produtos nos sacos (isso não me importo claro mas é mais um ponto),
as filas nas caixas são mais demoradas uma vez que estão a poupar em mão de obra,
a entrega funciona mais ou menos na mesma, de vez em quando os congelados já não estão tão congelados.
Resumindo, demoramos mais tempo no supermercado do que antigamente.

Uma sugestão era que procurassem que houvesse bons cheiros, voltassem a ter música ambiente agradável, mais luz e esforçassem em ter fruta de jeito a preços normais, as carnes no talho não estarem com um ar "enregelado" dá ideia que já desidrataram, e que tudo estivesse com um ar limpo e mais alegre, e claro não existisse falta de produtos constantemente.  Se os produtos deixam de existir é uma coisa, outra é ficar a parteleira vazia durante uns dias e depois voltam a ter, depois voltam a desaparecer.

Antes fazia a lista dos produtos que queria e depois ia ao supermercado.

Nem mesmo nos mais caros as coisas são muito diferentes, nestes os prazos estão muitas vezes no limite. Perde-se imenso tempo a verificar datas de prazos de produtos.

Depois passei a ter que ir a dois ou a três conforme precisava de produtos diferentes que não encontrava num só estabelecimento quando queria fazer uma ementa mais elaborada.

Agora os preços subiram e a variedade é menor e a qualidade da fruta piorou.  Portanto agora vou ao supermercado (um só), compro o que há e depois penso no que posso fazer com o que compro e com os descontos que consegui aproveitar.

Agora quem quiser gerir melhor a sua economia doméstica tem que estar atento aos descontos e gastar muito mais tempo a preparar a despensa de sua casa, convém também ver se os descontos compensam a ida ao supermercado se for de carro porque se calhar gasta mais em gasolina do que no desconto que vai obter.

Ainda estamos longe do que aconteceu a seguir ao 25 de Abril que a quantidade de leite era limitada e tinhamos que comprar a marca que havia (houve uma altura que era holandesa), faltavam muitas vezes produtos nas prateleiras e nessa altura os preços subiam a toda a hora. 

Espero que não cheguemos a tanto!

Se já é díficil com os preços mais caros e se tudo estiver com um ar triste compramos menos e saímos deprimidos até do supermercado.



domingo, 13 de janeiro de 2013

Ouvir e seus efeitos, e os efeitos de ouvir

Quem ouve vozes não vê caras e quem vê caras não vê corações.

Quando lemos um livro o nosso imaginário dá uma voz ao narrador; imaginamos os ambientes (através das descrições) e, de certa forma, adaptamos o que lemos à nossa personalidade e vontade, com mais precisão ou menos, consoante o que o autor descreve ou descreveu.

Quando as histórias dos livros passam a filmes, nós comparamos o que lemos com o que foi interpretado no filme, umas vezes achamos que está tal e qual o livro ou nem por isso, consoante o que imaginámos.

Quando ouvimos as vozes na rádio também criamos as nossas imagens, caraterizamos essas imagens com as personalidades que achamos adequadas aquele comportamento e tons de voz.  

Quando ouvimos as pessoas ao telefone também, sem querer, fazemos uma análise à voz e "sentimos" o que a outra pessoa está a sentir ou quer transmitir, como um sorriso, por exemplo.

Quem fala muito ao telefone, e com pessoas diferentes, acaba por criar uma sensibilidade especial para conhecer as vozes, e também, os estados emocionais dessas pessoas, se estiverem atentos.

Podemos ouvir, e talvez, sem querer, o que ouvimos transmite-nos alguma coisa.  Quantas vezes se ouviu alguma coisa à qual não demos importância ou não nos apercebemos (conscientemente) da informação que recebemos:
Uma voz calma,
Uma voz alegre,
Uma voz preocupada,
Uma voz cansada,
Uma voz acelerada e/ou stressada,
Uma voz  de quem está a sorrir.

Reparamos nisto tudo, quem não repara nisto o seu inconsciente acaba por receber a  "mensagem", a rádio é o melhor sitio para se reparar nestas coisas: conforme os programas os locutores têm diferentes atitudes a falar.  

A música fantástica que tem sido produzida ao longo dos séculos faz nos sentir bem, ou mal, e escolhemos ouvi-la conforme o nosso estado mental.

É mágico o que o ser humano faz com o som. É mágico o que o ser humano sente com o som.

Existem músicas que, quando as ouvimos, lembramo-nos de  certos momentos, outras dão nos vontade de  dançar, etc...

O design do som tem sido um assunto que acho muito engraçado (engraçado, porque, eu não sei música, só o que oiço, e mesmo assim não sou nenhuma especialista).  Através do ambiente que se quer, a música é criada para provocar um efeito no ser humano. Mais alegre, mais assustador, mais energico, etc... O design do som é utilizado em filmes, teatro, jogos de computador e em anúncios.

O Marketing é, e tem sido, um dos utilizadores do design do som. É muito engraçado ver quais as músicas ou sons são escolhidos para cada anúncio, o que foi escolhido por quem produziu o anúncio  para vender o produto. A idade que o publico alvo tem é normalmente um dos factores que marca muito o tipo de música escolhida.



sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Gente que pode ajudar Portugal

Pessoas que me parecem sensatas e que acho que se fossem ouvidas podiam ajudar a sairmos da crise em que estamos:

Joaquim Aguiar
António Barreto

Pedro Ferraz da Costa
Pedro Lynce
Rosado Fernandes

Francisco Van Zeller
Alexandre Soares dos Santos
Alexandre Relvas (empresário ligado à empresa Logoplaste)

Medina Carreira
João Salgueiro
António de Sousa

Martim Avilez Figueiredo
Camilo Lourenço

Muitas mais haverá, mas estas são as personalidades públicas que têm dito coisas sensatas e ou fizeram no passado alguma coisa que me diz que podiam dar o seu contributo.

IMI e avaliações como?

As vendas de casa estão a baixar, os preços estão a baixar, qual vai ser a base de avaliação para calcular o valor do IMI (imposto muinicipal sobre imóveis)?

Qual vai ser o critério dos avaliadores?  O preço antigo ou pelos preços reais do mercado do momento.

Os avaliadores dos bancos durantes anos fizeram avaliações incriveis e agora como vão ser as avaliações das finanças.

Se o mercado imobiliário está a baixar tanto, como vão fazer?

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Corrupção, talvez travada por listas


Sou contra as listas em geral, não achei bem quando apareceu a lista dos contribuintes em falta, e fiquei chocada quando apareceram, mas na verdade com o nível de corrupção talvez fizesse sentido pôr um pouco de ordem nisto.

Tal como existe um prazo para quem é culpado de algum crime, tem uma punição,  fica preso, ou não pode trabalhar no ramo aonde trabalhava. Também quem prevaricou não devia voltar a trabalhar com o Estado Português durante um tempo.

Nos indivíduos que se portam mal, roubam ou matam, sempre existe o registo criminal mas as empresas e empresários que sejam identificados com corrupção, deviam constar de uma lista.

Devia haver uma lista com todas as empresas e administradores envolvidos em trapalhadas e que foram apanhadas pelo Tribunal de Contas ou outros tribunais.  Se fizeram mal, se prejudicaram alguma instituição do país deviam estar nessa lista.

Assim num concurso público ou mesmo adjudicações diretas quem decidir sabe que não pode decidir contratando essas empresas ou pessoas.

Teria de haver um prazo, como existe para os raros casos apanhados nos bancos que ficam sem poder trabalhar em instituições financeiras durante um tempo, para poderem a voltar a trabalhar para alguma instituição do estado (incluindo empresas públicas e autarquias).

Claro que podem criar logo uma empresa ao lado mas com nomes de administradores dificulta e para o efeito serve também para iluminários futuros saberem que podem cair nessa lista..

A lista tal como existe para os contribuintes faltosos, também devia haver para as empresas que prejudicaram o país.

Outra situação a ser tratada é a dos juizes e funcionários dos tribunais.

Com um passar de palavra a toda a gente que tem sido vitima do sistema judicial nestes 20 anos ajudava a fazer uma listagem com numero de processo, qual o tribunal e secção, número de anos e todos os juizes que estiveram envolvidos em cada processo.  Com toda a lista fazia-se um "sort" e ficariam a saber-se quais os juízes que coincidiram e em quantos processos estiveram envolvidos aonde houve suspeitas de corrupção, veriam-se os repetidos e os mais envolvidos.  O povo pode fazer isso hoje em dia com as técnicas informáticas não seria difícil aqueles que outros colegas e advogados tiveram medo de denunciar e com esta ministra da justiça duvide que altere alguma coisa.

Talvez com esta lista os srs. juízes percebessem que o seu comportamento pode ser apanhado e tivessem outro estilo a ajuizar processos.  Já que não é pela seriedade pela honra e justiça, que seja pelo medo que a justiça seja mais equilibrada.

Estas listas publicadas talvez fizesse com que os juízes com lata para acharem que merecem mais do que os outros, caso dos transportes públicos grátis é completamente ridículo, percebessem que não podem fazer o que lhes apetece o que tem sido o que acontece com muitos deles.

Estamos todos fartos de ver malandros a decidirem, contratarem e aprovarem coisas que prejudicam o nosso país e ficarem-se a rir.  Se não podermos ir apanhar os malandros que tomaram decisões que eram prejudiciais para o país, pelo menos podíamos tentar que deixe de acontecer.


Talvez com uma lista negra para a corrupção em Portugal, comece tudo a funcionar de uma maneira mais razoável e justa, para quem nada fez para ter o país nesta miséria.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Tempos piores médicos melhores

Médicos quando bons deviam receber mais do que nós todos.

Quando digo isto é porque já várias vezes ao longo da vida conheci diferentes médicos e não há dúvida que são fundamentais.

Médicos cuidadosos, sensatos e humanos precisam-se!  

É fundamental que a formação de novos médicos seja muito bem preparada a nível técnico mas a ligação com o doente é muito importante.

Saber com quem estão a falar em assuntos sérios, deve ser levado a sério, não podem assustar nem podem pensar que estão à frente de algum atrasado mental.

Até agora com as médias exigidas para entrar em medicina, Portugal assistiu à formação de muitos médicos muito técnicos mas com motivações muitas vezes erradas, a esperança de grandes ordenados motivou muitos bons alunos a ir para medicina sem terem o minimo de vocação, e com isso deparamos com médicos brutos e sem qualquer sentimento.

Hoje com a crise e a descida das mordomias talvez a escolha de medicina seja mais ponderada e a motivação seja principalmente a vocação, tenho esperança.

Era importante voltar a ter médicos com mais vocação do que com interesses económicos.

Claro que como disse antes, quando bons devem ser premiados e reconhecidos.  E é injusto que com a crise alguns que trabalham imenso e com ótimos resultados sejam prejudicados, mas por uns pagam os outros.

Depois desta crise passar os bons vão-se continuar a salientar e isso será depois compensado.  E daqui para a frente a vocação talvez volte a ser a principal razão para estudar medicina e com isso no futuro todos iremos beneficiar disso.  Até as médias poderão baixar.

Existem médicos que fazem coisas fantásticas, desde aquele que consegue que as crianças gostem de ir ao médico (e assim na vida vão achar mais normal ir ao médico), como aqueles que fazem transplantes, operações ao coração, ajudam a curar cancros com humanidade e esperança.

Temos imensos portugueses que estudam fora Medicina e talvez aí estejam os com mais vocação.  Espero que no futuro após estas trapalhadas se consiga que estes venham para Portugal ajudar a continuar a ter um serviço médico humano e generoso como deve ser.

Tempos piores médicos melhores.

SEGURO já não está seguro

"Seguro" não está nada seguro.

Tem Carlos César livre, tem Carlos Coelho livre, tem António Costa muito por perto e sabe-se lá mais quem...

Além disso tem Mário Soares que não quer sair de cena.

Tantos beneméritos que existem no PS deve ser uma alegria estar a liderar um partido de oposíção com tanta oposição.

Vai ser interessante o desenrolar dos acontecimentos.