terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Entropia humana?


A tendência para a desordem é natural mas se o ser humano consegue fazer várias coisas contra a natureza também pode lutar contra a entropia (desordem).

Aliás a evolução da civilização ao longo dos tempos mostra a luta constante contra a entropia.

Quanto mais as pessoas forem disciplinadas o controle nas suas vidas sobre a entropia é mais forte ou mais fraco.  Mas tal como tudo se um sistema começa a fraquejar em algum ponto é mais difícil manter o sistema no seu prefeito funcionamento.

Se o que não estava previsto ou não queríamos prever acontece, a nossa vida complica logo e o nosso sistema de auto-controlo é posto em causa.  Conforme a nossa resistência conseguimos mantermos equilibrados melhor ou pior conforme nos treinámos para as ameaças ao nosso sistema.  A presença da tendência para entropia existe e é mais forte ou mais fraca conforme nós nos soubermos equilibrar e sobreviver aos ataques dessa força.  Já alguém disse "todos podemos cair a diferença é saber levantar".

Num país é a mesma coisa, a tendência para a Entropia é enorme. Agora como o povo reage e se controla para conseguir ultrapassar momentos de crise é que faz toda a diferença.

O Povo Português é bestial em tempos difíceis.  Apesar da ameaça de irem ficar ou muito mais pobres ou mesmo desempregados não impediu de serem generosos na campanha do Banco Alimentar e isso faz ficar orgulhosa de ver como o povo é.

Se os partidos se unissem para bem do país, nós conseguiríamos melhores resultados e as noticias não seriam tão miserabilistas e não se permitiria a vergonha que foi o Finantial Times falar tão mal do nosso país.
Nós temos imensas coisas boas e por estarmos numa fase de "entropia" não devemos permitir que quem olha para o nosso país só veja o mal e não tanta coisa boa que aqui se passa.

A falta de união é incrível e a vontade de protagonismo é enorme.  O partido comunista, o bloco de esquerda e o partido socialista querem mandar mas nem assim conseguem ser inteligentes de forma a fazer bem ao país.  Apenas atacam e dividem-se entre si.  No fundo não estão preparados para em momentos de crise atuarem.

É preciso vencer a confusão em que estamos metidos porque a entropia vai sempre existir com mais força ou menos, é preciso é saber lidar com ela e conseguir ultrapassar esta confusão da melhor forma possível.


Ajudar como?

A propósito de sair nos jornais reportagens sobre diferentes caridades ou solidariedade

Etapas e necessidades sentidas:
Primeiro satisfação alimentar
Pagar contas de sobrevivencia quando têm casa
Cuidados de saúde
Por vezes vestuário
Depois sentirem se úteis

Dar devia ser sem interesse, não estou de acordo com o dar e receber um brinde, alimenta-se as fábricas dos brindes enquanto deve-se é aproveitar todos os recursos para as causas.

Para mim as latas de recolha de dinheiro da liga contra o cancro são o simbolo de dar mais normal e por uma causa sem ser escolher a causa a que damos porgue gostamos dos bonecos.

Está-se a gerar nas crianças um sentimento que quando se dá recebe-se alguma coisa em troca.  Devia-se dar por um gosto ou dever, uma responsabilidade de quem tem mais para com quem precisa e não uma troca.

Acho muito bem nos impostos podermos desviar uma parcela para uma instituição de caridade, gostava de ter mais informação sobre o resultado desse movimento de valores.  Qual a percentagem de receitas que as instituições conseguem obter dessa forma.

Apoio às crianças no rendimento escolar que se aproxima mais do "ensinar a pescar" é uma realidade que já existe e acho fantástico o que têm feito.  A EPIS .http://www.epis.pt/epis/homepage.php tem sido um projecto muito interessante e produtivo que está a crescer.

Mas as necessidades básicas são uma continua angústia para quem procura ajudar porque estão sempre a existir e muitas vezes a crescerem se se ver como travar uma pobreza extrema que é a fome.

António Guterres alto comissariado para as Nações Unidas, falou numa entrevista de um dos problemas dos campos de refugiados no mundo é que essas populações não diminuem, como não conseguem voltar para os seus países muitos pelo menos durante 5 anos.enquanto existem as guerras, em vez dos campos diminuírem aumentam.

Um problema que se põem em todo o mundo é que a ajuda para o dia a dia não vai melhorar a situação vai apenas fazer suportar um pouco melhor as imensas e muitas vezes horríveis dificuldades.

Um grave problema é não poderem construir e desenvolver e com isso acabam sempre na estaca zero, que  precisam de alimento para o dia a dia.

A ajuda é necessária em frentes diferentes e uma das mais difíceis é ajudar quem está isolado e/ou tem vergonha.

Qual a melhor forma de chegar aos pobres ou necessitados?
É uma questão que ainda não tenho resposta...

Um dos problemas é que mesmo nos pobres os que sabem como tudo se processa conseguem "safar-se" melhor do que aqueles que não sabem como e aonde pedir ajuda.

Existem campanhas para o mundo erradicar a fome e várias doenças.  Mas o que se poderia fazer mais cá em concreto neste país que está a passar e vai passar por ter cada vez mais pessoas a precisar de ajuda.

O ideal era conseguir ajudar no presente e preparar o futuro para conseguir que as ajudas fossem sendo diferentes e menos necessárias.

O ideal era conseguir recuperar os pobres e que eles deixassem de necessitar de ajuda.  Para mim isso seria a obra de caridade perfeita.  Fazer as pessoas voltarem a crescer e tornarem-se úteis e autónomas.

O ideal também era as associações e as várias entidades que ajudam estarem bem sicronizadas para que se entreajudassem e conseguissem usar os recursos da forma mais racional e produtiva.

O ideal era quando se ajuda o efeito ser em cadeia para o que uma pessoa faz ajuda-se mais do que uma e essas se pudesse e quando passassem a poder também ajudar.

O Banco do Voluntariado é muito bom porque dá uma ideia do que existe para poder ajudar, para quem quiser ajudar.  http://www.voluntariado.pt/  Mas se for à sua junta de freguesia ou igreja pode ser que precisem de ajuda.

Devia haver um banco digital que centraliza-se a informação, em que aparecia o que cada instituição estava a precisar mais e como poderiamos ir lá entregar o que precisavam.

Tal como todos os anos existe uma campanha do pijama para as crianças para o IPO, podia haver um site em que as instituições que necessitassem de algum bem em especial pudessem pedir e assim a população teria mais uma maneira de saber o que poderia ajudar.  Claro que dinheiro faz sempre falta, mas outras vezes podem ser cobertores, casacos etc.

Já existem campanhas óptimas, mas este site poderia ser informativo de como e com quê e quando se pode ajudar.  Às vezes até pode ser um serviço que precisem com urgência e não tenham ninguém para o fazer.
Com as redes sociais a mobilização poderia ser quase imediata.

Enquanto não sabemos como fazer melhor é preciso ajudar em tudo o que estiver ao nosso alcance.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Fundos que futuro?


As empresas que gerem fundos na Europa, estão a viver momentos muito dificeis.
A instabilidade do mundo financeiro faz com que quem tenha dinheiro não queira investir.
Assim muitos fundos têm sido cancelados ou não renovados e poucos têm sido criados com base na Europa.

Quem trabalha nessas empresas viaja pelo mundo inteiro.  Neste momento a atenção está virada para a América Latina.  Embora seja uma zona do mundo com bastante instabilida e toda a area financeira estacaba por ser um mercado mais atractivo para quem na Europa não vê dinheiro a passar de mãos nem vê crescimento.

Assim existe imensa massa critica de colaboradores com contactos pelo mundo inteiro (várias redes) que se alterassem o seu foco em investir em empresas industriais ou de serviços poderiam continuar a gerar negócio.

Porque não investir em várias empresas agricolas e distribuir os seus produtos através da rede de contactos existente em cada colaborador de fundos.  Assim contratariam especialistas de agricultura para acessorar os empresários agricolas e criariam fundos agricolas.

Com a rede de contactos pelo mundo fora as produções agricolas dos seus fundos poderiam chegar a países e regiões que estariam interessados em comprar as suas produções.  Em momentos de crise os bens essenciais são os mais valorizados.

Problemas das produções agrícolas:
Investimento 
Escoar o seu produto, encontrar mercado.

Vantagens dos Fundos:
Rede de contactos pelo mundo 
Capital para investir

Assim muitas empresas de fundos beneficiavam em ter outro sector de mercado para explorar e a Agricultura podia beneficiar de algo que a maior parte das vezes é o que lhe falta, capital e forma de escoar os seus produtos.

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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Segurança Privada que formação?

Qual será a formação dos seguranças privados que proliferam nos centros comerciais, supermercados e portarias de empresas.

Uns são mais profissionais mas outros deixam muito a desejar.

O que será que lhes ensinam?

O comportamento dos seguranças das lojas e centros comerciais são estranhos.  O seu comportamento muitas vezes deixa muito a desejar, por exemplo nos armazéns ou centros comerciais dá ideia que andam a ver "as miúdas se são giras" ou não e distraem-se das suas obrigações.

Será que eles sabem o que devem fazer ou só têm uma ideia.  Às vezes acho que são pessoas como as outras sem formação nenhuma que lhes mandaram olhar para as pessoas a ver se apanham alguma coisa.

Será que lhes dão alguma formação?  Se calhar conforme a loja ou escritório são lhes dadas umas ordens especificas do local e só aí.

Será que quando se entra num sitio, se lhes dizemos bom dia eles também podiam responder ou não, são ordens para dar um "ar sério e duro".

Depois existem uns que parecem obcecados e então seguem as pessoas de perto como se só aquela é que tem um ar suspeito.

Será que quem os contrata sabe a formação que têm e o que é suposto fazer e não fazer?

Acho que ainda se contratam os seguranças por necessidade, com efeito dissuasor, sem olhar bem para o efeito da eficiência que cada um tem.  

Acho que podiam fazer muito nas empresas de segurança para melhorar o serviço que prestam, se calhar seriam mais eficazes, e com isso mais sucesso na procura dos seus serviços.

É estranho o mundo dos seguranças!  



Multibanco, finanças e recibos

Se nós temos que dar o nosso número fiscal para receber o recibo para as finanças, então o nosso multibanco já podia dizer o nosso número de contribuinte e assim já ficava resolvido.  O talão do multibanco já servia como recibo.  Claro que o papel tinha de passar a ser daqueles que não desaparecem com o tempo, como há algumas máquinas que ainda têm um papel que as letras desaparecem.

Hoje fui pôr gasolina numa estação de serviço da GALP em Lisboa e tive que ir fazer o pré-pagamento mas embora eu tivesse dado os dados para o recibo e pagar com multibanco, tive de ir atestar e só depois voltar para receber o recibo.  E não fui a única, ouvi a senhora a dizer a outras pessoas enquanto estava na fila.  Parece que é prática comum e ninguém refilou.

É inacreditável que a própria GALP não esteja preparada para dar o recibo na hora que os clientes pagam.  Até devia ser automático.

Se não pedirmos "quase de joelhos" não dão recibo.  Será que as finanças tem fiscalizados os postos de gasolina?

Quer dizer se uma pessoa estiver com pressa desiste de pedir o recibo e a GALP não tem de pagar imposto  sobre aquele consumo?

Por isso é que acho que já que o recibo do multibanco já diz o nosso nome também devia dizer o nosso número de contribuinte e servia como recibo para os impostos.  Quando fosse uma empresa então aí seria passada a factura manualmente ou então pagariam com o cartão da empresa que já tinha os dados todos.

A solução agradava a todos.  Escusava-se de ter que estar à espera do recibo que "quase que tem de se pedir de joelhos".

Por exemplo os supermercados deviam dar logo automaticamente o recibo só se fosse outra forma de pagamento é que seria manualmente.  Era bom que os senhores dos impostos sobessem o que se gasta em supermercado.

A GALP e outras grandes empresas não podem fazer o cliente ter que esperar por apenas uma emissão de um recibo.

Se a tomar um café tem de se pedir recibo, porque é que na GALP é tão difícil darem-nos o recibo?

Portanto é preciso simplificar!





Para onde vai tanto poliéster?


Cada vez mais acho que existem coisas a mais, não é pela crise das pessoas não comprarem, é que existe um excesso de produção de certas coisas que não fazem falta.

Existem produtos que é difícil imaginar que muita gente compre e existem em quantidades "industriais".

O que acontece aos restos das lojas que não se vendem?  Uns dizem que vão para África, outros dizem que vão ser vendidos noutros países e ainda há quem diga que são destruídas.

Quando filmam os países pobres, para além das tragédias claro, uma coisa salta-me à vista, as tisherts sintéticas e os chinelos de plástico. Muitas vezes em sítios de calor infernal.

Estou a imaginar quando essas peças não servirem a ninguém vão para a terra e fica lixo até à eternidade ou fazem fogueira que geram poluição.

Agora que estamos na fase de aumentar impostos e inventar outros, acho que os poliéster deviam pagar um imposto.

O poliéster não se destrói e portanto todo o resto de roupa e tralha de plástico devia ter uma taxa suplementar.

Assim as lojas que têm poliéster em quantidades indústriais, iriam contribuir para a receita dos nossos impostos.  Todo o poliéster que vendem ou o que fica na loja e não se vende mais tarde será lixo não reciclável e portanto será poluição.  

Juntado a isto também os sapatos de plástico que são feitos à pressa e que não cabem a pé nenhum porque estão mal feitos e estragam os pés, e portanto ninguém os vai comprar ou não deviam comprar, também deviam pagar imposto.

Claro que depois os preços poderiam aumentar, mas como a procura nesta altura de crise não vai ser grande, os aumentos não seriam significativos.

Todos os excesso não recicláveis poderiam passar a pagar um imposto.  Talvez assim os fabricantes começassem a pensar em fabricar produtos com mais qualidade para os conseguir vender.

Quando se vê as lojas vêem-se muitos monos que deviam pagar imposto.  Assim nas épocas seguintes as escolhas seriam mais para agradar aos clientes e não os clientes terem que se adaptar aos monos.

Se até temos que pedir recibo por uma bica para o comerciante pagar imposto, porque não haver mais cuidado no poliéster.

Portanto para mim o poliéster (não reciclável) devia pagar imposto. 



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Copo quase cheio ou quase vazio?


Para o governo o copo está quase cheio, precisamos de sacrifícios e depois vamos conseguir.

Para a esquerda portuguesa o copo está quase vazio e temos que acabar com o governo e melhorar os ordenados dos trabalhadores.  Ocupar casas que estejam desabitadas, como o dono não tivesse direito a elas e se possível até acham que não têm que pagar a divida.  É alucinante.

Para as pessoas de esquerda, isto está tão mau que só vai piorar e portanto eles dão uma ajudinha.  Isto é só dizem que só descansam quando este governo estiver derrubado, fantástico.

Mas será que eles sabem o que fazer asseguir?

Ou é só ocupar casas e terras e depois esperar a ver se algum camarada percebe alguma coisa disso e ver se dá alguma coisa.

Subir os ordenados dos trabalhadores como eles querem, não gera emprego.  Será que alguém já lhes explicou?

Parecem aqueles meninos revoltados que como os pais não fazem o que eles querem partem a casa toda.

Será que alguém lhes explicou que para Portugal sair do Euro teríamos de ter um pais autónomo que produzi-se o suficiente para não dependermos das importações.  Que a nossa moeda iria não valer quase nada e portanto seria carissimo comprar fosse o que fosse aos países estrangeiros.  Que a fome aí seria mesmo assustadora.

Eles querem partir tudo, eles querem que este governo acabe e depois como é.

A ideia que dá é estar a acontecer um problema muito comum em Portugal  criticar sem alternativas. Estamos sem alternativas, é preciso estar unido.  Criticar mas não saber como fazer melhor.

Ainda se os partidos de esquerda portuguesa procura-sem ser construtivos e se tivessem mesmo uma estratégia definida e planeada com cabeça tronco e membros, pelos discursos que temos presenciado nem os sindicatos nem os lideres e pertensos lideres dos partidos não sabem o que fazer.

A ideia que dá é que é tudo preguiçoso e não construtivo.  Se chegarem ao governo aí vão trabalhar.

Esperem deixam agora estes trabalhar e depois se isto não resultar terão oportunidade de fazer melhor.

É importante protestar de forma a não acontecerem abusos demais, mas é preciso ter a cabeça fria e não radicalizar.  Todos os extremos são maus.

Era importante a coesão nacional e era preciso que todos procurassemos perceber que temos o copo de água muito pouco cheio mas que  estando unidos conseguíamos mais rapidamente fazer encher mais o copo.

Estamos todos no mesmo copo de àgua e é preciso não o entornar.





terça-feira, 27 de novembro de 2012

Curiosidade ou cusquice, qual a diferença?



Todo o ser humano é curioso, ou, todo o ser humano é cusco?

Claro que como tudo há graus de uma coisa e outra.

Existem pessoas muito curiosas e outras pouco.

A curiosidade é saudável baseia-se na vontade de saber sempre mais e procurar com racionalidade procurar o desconhecido e aprender com isso.

A curiosidade enriquece o conhecimento.

A cusquice pode ser considerada que é uma curiosidade que vai a pormenores que só por si a curiosidade não chega ou não lhe interessa.

A cusquice enriquece a informação que pode ou não transformar-se em nada, ou em algum conhecimento que permite seguir a cusquice que possa prosseguir.

A curiosidade faz o mundo avançar, os cientistas deste mundo e todos os que procuram que tudo faça sentido exercitam a sua curiosidade e constróiem apartir dela novas coisas e melhoram outras.

A cusquice é uma curiosidade superficial normalmente gera-se mais em relação ao comportamento humano e básicamente faz girar as conversas banais e vende jornais e revistas, muitas vezes é apenas coscuvilhices.

Todos temos uma pouco de cada uma, agora mediante o que fazemos com a nossa curiosidade e a nossa cusquice, marca o nosso carácter e o nossa forma de estar na vida.

O mundo não evoluia sem o ser humano ser curioso, e alguns cuscos.

Todas as crianças são curiosas por natureza. 

Está nos adultos, á volta das crianças, a função de estimular ou não a sua curiosidade e procuram que eles cresçam com essa qualidade estimulada para fazer algo novo e melhor na sua vida.

Curiosidade ou cusquice cada um escolhe a sua!





segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Roda livre no Partido Socialista?


Como é possível em tempo de crise que:

- o PS critica o governo de tantos impostos e esteve ao lado da associação dos restaurantes.   Seguro fez aquela vergonha de ir à porta do Parlamento e falar com quem tinha sido corrido do parlamento a dizer que os compreendia.  Depois de Seguro dizer que sabia que o responsável da Associação devia estar a chegar, tudo à frente dos jornais.

- Seguro não querer ir a conversações para a renovação ou estruturação que era muito melhor para os portugueses que os partidos conseguissem chegar a um entendimento.

- A Câmara Municipal de Lisboa resolveu dar um "ar da sua graça" e resolveu que as esplanadas estão muito feias e então toca de terem que comprar mesas e cadeiras, toalhas, toldos conforme a CML acha que fica mais bonito.

- A CML resolveu que quem quer ir à baixa tem de ter carros novos e portanto os taxistas, as carrinhas de distribuição e o povo que tem carros mais antigos do que 2000 não pode entrar nas zonas que Costa acha que vão poluir a cidade.

Já não lhes bastou fazer as rotundas no Marquês de Pombal.

Como uma CML que aproveita publicidade para iluminar no Natal a Av. da Liberdade que é uma vergonha.  Tem a lata de pedir aos restaurantes que têm o IVA a 23% e estão aflitos que não possam ter publicidade nos toldos.

Parece que quem tem carros antigos é só por capricho, que podia renovar facilmente os carros como o PS fez em tempo de crise com dinheiro do Parlamento.  Resolveram que era uma boa altura para manterem carros caros numa altura em que o país precisa de contenção, podiam ter dado o exemplo.

Será que as ruas com buracos e aos altos e baixos que é uma vergonha em zonas "nobres da cidade" não têm que ficar mais bonitas.

  Quem fornece as cadeiras que as esplanadas vão ter que comprar?  E os toldos que os fornece?  E as máquinas que vão estar a controlar os carros que passam quem fornece?

Nem António Costa se safa, parecia mais sensato e anda a fazer bastantes asneiras na CML.

Dá ideia que o PS continua numa negação como o governo de Sócrates teve que até o Teixeira dos Santos (que dizem ser tão bom profissional) conseguir manter-se a dizer que Portugal não tinha problemas, que não havia crise, até à última de não haver dinheiro para pagar os ordenados dali a 2 meses.

É triste agora que precisavamos que houvesse alternativas.

No PS, Seguro, Costa e  Zorrinho parece que  estão desnorteados e não sabem o que fazem.

Em tempos como estes quem é que no PS podia pôr juizo a esta gente?  Será que serve a alguém que estes 3 se espalhem para depois aparecer como grande salvador?

Em tempos de crise é que se vê como as pessoas são. 

Fantástico o PS está no seu melhor são só tiros no pé, cada um mostra mais que pensa no povo.

A roda livre está a girar quem a vai parar?



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Jornais com futuro, quais?

A difusão da informação é tão vasta que faz falta sintetizar e tornar a informação em conhecimento.

Os jornalistas perderam credibilidade ao longo dos anos com a busca constante de rentabilizar mais e mais os seus jornais e os seus ordenados.

O que é necessário no jornalismo é recuperar a credibilidade perdida, seja em papel ou digital.

Com a falta de tempo, as pessoas precisam de informação concisa de confiança e bem preparada.

As opiniões deviam ficar nos blogs e as notícias nos jornais.

Com o mundo tão global, faz falta as noticias mais globais.  

Os jornais tendem a ser muito locais e isso dá uma sensação que o jornal é limitado, que não se fica bem servido.

Neste momento para estar informado temos de ser a "nossa agência lusa" nós andamos a recolher informação de vários lados para ganharmos não informação, mas "conhecimento" (informação credível).

O filme de James Bond  de 1997 "O Amanhã Nunca Morre" podia ser um filme de agora, parece uma critica fantástica ao que se está a passar com os media de hoje em dia.

 Antigamente os jornalistas em Portugal queixavam-se da censura da PIDE, hoje em dia os leitores queixam-se da censura dos grupos económicos, dos partidos políticos e dos próprios interesses dos jornalistas.

Antigamente o jornalismo era quase como uma arte e os jornalistas levavam a sua missão com profissionalismo e convicção.

Os jornais económicos têm tido mais sucesso porque dão noticias mais factuais e concretas e muitas pessoas gostam de se aconselhar para investir.  

O Jornal de Negócios tem feito um bom trabalho (aliás ganhou um prémio) em procurar explicar mais e não só mostrar que sabe, é  importante o jornal mostrar que quer que o leitor perceba o que está a ler.  Os leitores para além de ficarem informados sentem que o jornal procura mesmo comunicar.

O jornal que conseguir ganhar credibilidade não pode se limitar a dar informação que a Lusa difunde.  Fica igual a todos. E ainda por cima o leitor comum duvida de ser sempre a mesma fonte e da sua credibilidade no seu critério de escolha do que é relevante.

Primeiro tem de ganhar respeito dos leitores e depois ganhar rentabilidade com publicidade e com a venda dos seus números.  

No digital tem de saber explicar e aprofundar para quem quiser saber mais e esse serviço pode ser pago mesmo logo desde o inicio.


Para mim um jornal que queira ter futuro tem acima de tudo de ser verdadeiro, isento e conciso.