sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Para onde vai tanto poliéster?


Cada vez mais acho que existem coisas a mais, não é pela crise das pessoas não comprarem, é que existe um excesso de produção de certas coisas que não fazem falta.

Existem produtos que é difícil imaginar que muita gente compre e existem em quantidades "industriais".

O que acontece aos restos das lojas que não se vendem?  Uns dizem que vão para África, outros dizem que vão ser vendidos noutros países e ainda há quem diga que são destruídas.

Quando filmam os países pobres, para além das tragédias claro, uma coisa salta-me à vista, as tisherts sintéticas e os chinelos de plástico. Muitas vezes em sítios de calor infernal.

Estou a imaginar quando essas peças não servirem a ninguém vão para a terra e fica lixo até à eternidade ou fazem fogueira que geram poluição.

Agora que estamos na fase de aumentar impostos e inventar outros, acho que os poliéster deviam pagar um imposto.

O poliéster não se destrói e portanto todo o resto de roupa e tralha de plástico devia ter uma taxa suplementar.

Assim as lojas que têm poliéster em quantidades indústriais, iriam contribuir para a receita dos nossos impostos.  Todo o poliéster que vendem ou o que fica na loja e não se vende mais tarde será lixo não reciclável e portanto será poluição.  

Juntado a isto também os sapatos de plástico que são feitos à pressa e que não cabem a pé nenhum porque estão mal feitos e estragam os pés, e portanto ninguém os vai comprar ou não deviam comprar, também deviam pagar imposto.

Claro que depois os preços poderiam aumentar, mas como a procura nesta altura de crise não vai ser grande, os aumentos não seriam significativos.

Todos os excesso não recicláveis poderiam passar a pagar um imposto.  Talvez assim os fabricantes começassem a pensar em fabricar produtos com mais qualidade para os conseguir vender.

Quando se vê as lojas vêem-se muitos monos que deviam pagar imposto.  Assim nas épocas seguintes as escolhas seriam mais para agradar aos clientes e não os clientes terem que se adaptar aos monos.

Se até temos que pedir recibo por uma bica para o comerciante pagar imposto, porque não haver mais cuidado no poliéster.

Portanto para mim o poliéster (não reciclável) devia pagar imposto. 



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Copo quase cheio ou quase vazio?


Para o governo o copo está quase cheio, precisamos de sacrifícios e depois vamos conseguir.

Para a esquerda portuguesa o copo está quase vazio e temos que acabar com o governo e melhorar os ordenados dos trabalhadores.  Ocupar casas que estejam desabitadas, como o dono não tivesse direito a elas e se possível até acham que não têm que pagar a divida.  É alucinante.

Para as pessoas de esquerda, isto está tão mau que só vai piorar e portanto eles dão uma ajudinha.  Isto é só dizem que só descansam quando este governo estiver derrubado, fantástico.

Mas será que eles sabem o que fazer asseguir?

Ou é só ocupar casas e terras e depois esperar a ver se algum camarada percebe alguma coisa disso e ver se dá alguma coisa.

Subir os ordenados dos trabalhadores como eles querem, não gera emprego.  Será que alguém já lhes explicou?

Parecem aqueles meninos revoltados que como os pais não fazem o que eles querem partem a casa toda.

Será que alguém lhes explicou que para Portugal sair do Euro teríamos de ter um pais autónomo que produzi-se o suficiente para não dependermos das importações.  Que a nossa moeda iria não valer quase nada e portanto seria carissimo comprar fosse o que fosse aos países estrangeiros.  Que a fome aí seria mesmo assustadora.

Eles querem partir tudo, eles querem que este governo acabe e depois como é.

A ideia que dá é estar a acontecer um problema muito comum em Portugal  criticar sem alternativas. Estamos sem alternativas, é preciso estar unido.  Criticar mas não saber como fazer melhor.

Ainda se os partidos de esquerda portuguesa procura-sem ser construtivos e se tivessem mesmo uma estratégia definida e planeada com cabeça tronco e membros, pelos discursos que temos presenciado nem os sindicatos nem os lideres e pertensos lideres dos partidos não sabem o que fazer.

A ideia que dá é que é tudo preguiçoso e não construtivo.  Se chegarem ao governo aí vão trabalhar.

Esperem deixam agora estes trabalhar e depois se isto não resultar terão oportunidade de fazer melhor.

É importante protestar de forma a não acontecerem abusos demais, mas é preciso ter a cabeça fria e não radicalizar.  Todos os extremos são maus.

Era importante a coesão nacional e era preciso que todos procurassemos perceber que temos o copo de água muito pouco cheio mas que  estando unidos conseguíamos mais rapidamente fazer encher mais o copo.

Estamos todos no mesmo copo de àgua e é preciso não o entornar.





terça-feira, 27 de novembro de 2012

Curiosidade ou cusquice, qual a diferença?



Todo o ser humano é curioso, ou, todo o ser humano é cusco?

Claro que como tudo há graus de uma coisa e outra.

Existem pessoas muito curiosas e outras pouco.

A curiosidade é saudável baseia-se na vontade de saber sempre mais e procurar com racionalidade procurar o desconhecido e aprender com isso.

A curiosidade enriquece o conhecimento.

A cusquice pode ser considerada que é uma curiosidade que vai a pormenores que só por si a curiosidade não chega ou não lhe interessa.

A cusquice enriquece a informação que pode ou não transformar-se em nada, ou em algum conhecimento que permite seguir a cusquice que possa prosseguir.

A curiosidade faz o mundo avançar, os cientistas deste mundo e todos os que procuram que tudo faça sentido exercitam a sua curiosidade e constróiem apartir dela novas coisas e melhoram outras.

A cusquice é uma curiosidade superficial normalmente gera-se mais em relação ao comportamento humano e básicamente faz girar as conversas banais e vende jornais e revistas, muitas vezes é apenas coscuvilhices.

Todos temos uma pouco de cada uma, agora mediante o que fazemos com a nossa curiosidade e a nossa cusquice, marca o nosso carácter e o nossa forma de estar na vida.

O mundo não evoluia sem o ser humano ser curioso, e alguns cuscos.

Todas as crianças são curiosas por natureza. 

Está nos adultos, á volta das crianças, a função de estimular ou não a sua curiosidade e procuram que eles cresçam com essa qualidade estimulada para fazer algo novo e melhor na sua vida.

Curiosidade ou cusquice cada um escolhe a sua!





segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Roda livre no Partido Socialista?


Como é possível em tempo de crise que:

- o PS critica o governo de tantos impostos e esteve ao lado da associação dos restaurantes.   Seguro fez aquela vergonha de ir à porta do Parlamento e falar com quem tinha sido corrido do parlamento a dizer que os compreendia.  Depois de Seguro dizer que sabia que o responsável da Associação devia estar a chegar, tudo à frente dos jornais.

- Seguro não querer ir a conversações para a renovação ou estruturação que era muito melhor para os portugueses que os partidos conseguissem chegar a um entendimento.

- A Câmara Municipal de Lisboa resolveu dar um "ar da sua graça" e resolveu que as esplanadas estão muito feias e então toca de terem que comprar mesas e cadeiras, toalhas, toldos conforme a CML acha que fica mais bonito.

- A CML resolveu que quem quer ir à baixa tem de ter carros novos e portanto os taxistas, as carrinhas de distribuição e o povo que tem carros mais antigos do que 2000 não pode entrar nas zonas que Costa acha que vão poluir a cidade.

Já não lhes bastou fazer as rotundas no Marquês de Pombal.

Como uma CML que aproveita publicidade para iluminar no Natal a Av. da Liberdade que é uma vergonha.  Tem a lata de pedir aos restaurantes que têm o IVA a 23% e estão aflitos que não possam ter publicidade nos toldos.

Parece que quem tem carros antigos é só por capricho, que podia renovar facilmente os carros como o PS fez em tempo de crise com dinheiro do Parlamento.  Resolveram que era uma boa altura para manterem carros caros numa altura em que o país precisa de contenção, podiam ter dado o exemplo.

Será que as ruas com buracos e aos altos e baixos que é uma vergonha em zonas "nobres da cidade" não têm que ficar mais bonitas.

  Quem fornece as cadeiras que as esplanadas vão ter que comprar?  E os toldos que os fornece?  E as máquinas que vão estar a controlar os carros que passam quem fornece?

Nem António Costa se safa, parecia mais sensato e anda a fazer bastantes asneiras na CML.

Dá ideia que o PS continua numa negação como o governo de Sócrates teve que até o Teixeira dos Santos (que dizem ser tão bom profissional) conseguir manter-se a dizer que Portugal não tinha problemas, que não havia crise, até à última de não haver dinheiro para pagar os ordenados dali a 2 meses.

É triste agora que precisavamos que houvesse alternativas.

No PS, Seguro, Costa e  Zorrinho parece que  estão desnorteados e não sabem o que fazem.

Em tempos como estes quem é que no PS podia pôr juizo a esta gente?  Será que serve a alguém que estes 3 se espalhem para depois aparecer como grande salvador?

Em tempos de crise é que se vê como as pessoas são. 

Fantástico o PS está no seu melhor são só tiros no pé, cada um mostra mais que pensa no povo.

A roda livre está a girar quem a vai parar?



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Jornais com futuro, quais?

A difusão da informação é tão vasta que faz falta sintetizar e tornar a informação em conhecimento.

Os jornalistas perderam credibilidade ao longo dos anos com a busca constante de rentabilizar mais e mais os seus jornais e os seus ordenados.

O que é necessário no jornalismo é recuperar a credibilidade perdida, seja em papel ou digital.

Com a falta de tempo, as pessoas precisam de informação concisa de confiança e bem preparada.

As opiniões deviam ficar nos blogs e as notícias nos jornais.

Com o mundo tão global, faz falta as noticias mais globais.  

Os jornais tendem a ser muito locais e isso dá uma sensação que o jornal é limitado, que não se fica bem servido.

Neste momento para estar informado temos de ser a "nossa agência lusa" nós andamos a recolher informação de vários lados para ganharmos não informação, mas "conhecimento" (informação credível).

O filme de James Bond  de 1997 "O Amanhã Nunca Morre" podia ser um filme de agora, parece uma critica fantástica ao que se está a passar com os media de hoje em dia.

 Antigamente os jornalistas em Portugal queixavam-se da censura da PIDE, hoje em dia os leitores queixam-se da censura dos grupos económicos, dos partidos políticos e dos próprios interesses dos jornalistas.

Antigamente o jornalismo era quase como uma arte e os jornalistas levavam a sua missão com profissionalismo e convicção.

Os jornais económicos têm tido mais sucesso porque dão noticias mais factuais e concretas e muitas pessoas gostam de se aconselhar para investir.  

O Jornal de Negócios tem feito um bom trabalho (aliás ganhou um prémio) em procurar explicar mais e não só mostrar que sabe, é  importante o jornal mostrar que quer que o leitor perceba o que está a ler.  Os leitores para além de ficarem informados sentem que o jornal procura mesmo comunicar.

O jornal que conseguir ganhar credibilidade não pode se limitar a dar informação que a Lusa difunde.  Fica igual a todos. E ainda por cima o leitor comum duvida de ser sempre a mesma fonte e da sua credibilidade no seu critério de escolha do que é relevante.

Primeiro tem de ganhar respeito dos leitores e depois ganhar rentabilidade com publicidade e com a venda dos seus números.  

No digital tem de saber explicar e aprofundar para quem quiser saber mais e esse serviço pode ser pago mesmo logo desde o inicio.


Para mim um jornal que queira ter futuro tem acima de tudo de ser verdadeiro, isento e conciso.


Coisas boas em Portugal e o que devia ser melhor


Boas qualidades
Sol
Praias fantásticas
Paisagens fantásticas
Monumentos com história
Bons programas culturais
Boa Gastronomia
Diversidade de pessoas
Bons hospitais
Hoteis variados
Povo simpático
Paz


Devia melhorar
A Justiça funcionar
Industria suficiente
Agricultura forte
Pescas têm de existir
Desemprego baixar
Os programas educativos mais adaptados à actualidade
Professores mais adaptados e motivados para a actualidade.
Mais apoio às famílias para fomentar crescimento da natalidade



Informar o Povo


Governo precisa de fazer um balanço do que já conseguiu.

O Governo precisa de explicar,  não para os politicos perceberem mas para o povo perceber.

Deviam fazer:
- um mapa em que simplesmente estava o que se gastava antes e o que agora se gasta.
- o que já se consegue poupar
- o que está a ser feito em cada ministério
- o que vai ser feito para melhorar

Deviam publicar nos jornais e dar na televisão, não é por alto dizer os milhões, é com comparações ao que era e o que está a ser em todos os sectores que as reformas aconteceram e que vão acontecer.

Ajudava a compreender e obrigava quem está a tentar poupar a ter um compromisso.


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Dos Pokémons aos Drones


Quando um dos meus filhos era pequeno, existiam uns bonecos animados que eu achava incríveis, eram os Pokémons.  O incrível era que as crianças combatiam através de mandar para combate os seus lutadores (um genero entre robots e animais de estimação) que faziam o trabalho pelas crianças que queriam combater.  Achei que isso era um bocado cobarde, que poderia levar as crianças a querem que outras brigassem por elas e achei que promovia a cobardia.  Foi um grande sucesso e com isso geraram-se imensos brinquedos etc.

Agora existe uma arma de guerra que são os Drones.  Já tinha ouvido falar dos aviões telecomandados que a América tinha, mas só com o artigo do jornal Público de 18.11.2012 em digital, que tomei mais conhecimento das suas funções, "são aviões não tripulados - os UAV (unamanned armed vehicles) mais conhecidos como Drones.  Se isto já se sabe, o que existirá secreto.  Pela guerra que está a acontecer agora e que dura mais ou menos à seis dias entre Israel e a Palestina ficámos a saber de um escudo anti-míssil que já existia mas que agora está a ser mais falado e que consegue que os misseis não cheguem ao destino.

Ao contrário do que eu pensava dos Pokémons que promoviam a cobardia, agora é real.  Não entrando em julgamentos políticos, será cobardia ou será bom, porque vai poupar vidas humanas.  É complicado esta fronteira entre o bem e o mal.  Começa por ser um assunto sobre guerra que é sempre terrível e muito discutível mas se fosse mãe de um filho que tivesse de ir combater o que eu preferia?

No fundo se todos os que combatem tivessem acesso a este tipo de armamentos talvez se poupasse em vidas humanas e sofrimento, e a guerra passava a ser mais intelectual e uma "gestão de orgulhos" e quase uma pontuação tipo "guerra atmosférica", que seria antes da "guerra intergalática" que será no futuro.


Assim temos a guerra cibernética que está a ocorrer nos nossos tempos e passaríamos a ter uma guerra atmosférica e não terrestre que faz tremer qualquer ser humano. 

Os nossos combatentes como já acontece com os pilotos dos Drones, passam a estar à frente de um ecran a combater (difícil para distinguir a vida real e a sensibilidade humana para as suas funções) e outros estarão a gerir os escudos etc.   Afinal todos os jovens viciados em jogos de computador que à partida se acha que vai ser dificil o seu futuro, poderão vir a ser os nossos militares do futuro.  Em vez de valentia e força fisica precisarão de técnicas e habilidades criadas á frente de qualquer consola que foi sua companheira durante muitos anos.

Será assim?



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Educar para quê?


Porquê ser ou ter que ser educado?

Não é um capricho, querer educar as criancinhas, não devia ser pelo menos....

Se fosse possível que os adultos quando educam as crianças transmitissem a mensagem que educar não é para fazer a vontade aos adultos mas existe uma razão para cada atitude ou actividade, talvez fosse mais fácil educar.

Se os adultos perceberem que se os filhos forem educados e o mais equilibrados possível, todos terão um futuro mais fácil e agradável, talvez as coisas possam vir a ser diferentes.

Muitas vezes as pessoas até sabem as regras mas acham que não têm importância ou que ninguém repara.  e adiam para outro dia chamar à atenção dos filhos a preguiça faz muitos pais acharem que não é importante ensinar o que eles aprenderam na vida e o que lhes foi transmitido.  E no fundo o mais importante de haver país é estes poderem ensinar aos filhos o que já aprenderam para os seus filhos não terem que começar da estaca zero.

Se for um hábito praticar as regras de educação que foram fornecidas elas tornam-se parte da pessoa e já se pratica sem pensar.

Todos sabemos como é muito mais fácil ter uma reunião com pessoas equilibradas e cordatas do que com pessoas que não sabem os seus limites nem se preocupam com os outros.

É preciso perceber que a educação não se restringe a dizer bom dia ou boa tarde ou ter estudado.

A educação das crianças ou de uma nação, passa por várias coisas:

- Com os pais
Carinho, afecto
Atenção
Brincar, não é dar brinquedos.  É ajudar a com alguma coisa eles poderem brincar de forma a ajudar e dar espaço a desenvolver a sua imaginação.
Conversar, saber o que se passa e transmitir experiências e valores.
Ler histórias e conversar sobre elas.
Confiar e apostar nos desempenhos.
Ajudar a saber gerir as adversidades, ajudar a criança a saber se auto-controlar, as angústias do crescimento, as alegrias e as tristezas da vida.
Os relacionamentos com os amigos etc.
Disciplinar, e ensinar a gerir a sua higiene pessoal e a sua saúde no seu todo.
Ajudar a criança a aceitar e respeitar os outros que o rodeiam.
Saber que existem deveres e obrigações, para além dos prazeres.
Motivar para o conhecimento. (ver post de 11 de Out.).
Se possível dar facilidade para a criança poder fazer um desporto que goste e aprender música.
E claro sem exemplo é difícil que a criança vá seguir o que diz se fizer o contrário.
Existem professores que dizem que as crianças são o reflexo do que se passa em casa.

Algo que acho importante e não sei como dar às crianças, que é a garra, a vontade de vencer que é muito importante.  Julgo que passa pela auto-estima que se adquire com o que enunciei anteriormente e no desporto com a competição mas tenho as minhas dúvidas se será só assim, porque se uma criança não gostar da competição, a criança mesmo que passe a competir muitos anos não é isso que a vai convencer a ganhar.  Claro que também existe a adversidade que é talvez o factor que dá para criar mais vontade de vencer, mas a adversidade até aonde.
Criar etapas metas, talvez mas se forem altas demais só gera frustrações por isso o que será melhor?
O acreditar e acompanhar a criança nos seus desempenhos com gosto e interesse verdadeiro ainda é a melhor solução para criar pessoas com energia de realizar e concretizar para atingir os objetivos.
Por respeito aos outros e para tornar a vida mais agradável ao nosso redor.  Quando somos educados, e agradáveis para os outros é mais fácil que eles o sejam para nós.

- Com os professores
Os professores têm um papel importantissimo em todas as crianças.  Um professor agradável, seguro e confiante fazem muita diferença.  Devem ser motivadores e atentos para perceber como comunicar com cada criança ou estilo de classe que têm.  Claro que primeiro as crianças todas deviam saber que a primeira coisa é respeitar os professores e sabemos que isso não acontece.
Professores de música e desporto têm ou deviam ter uma forma de estar que é muito boa para transmitir às crianças que é a disciplina com gosto e alegria.  Com esforço e disciplina conseguem-se atingir objetivos mais facilmente e com resultados mais rápidos.

- Nos ATLs
 A forma de ser e o que ensinam a brincar pode influenciar e influencia uma criança no seu crescimento.
- Com os avós
Com a atenção e o carinho que os avós podem dar aos seus netos e claro com o seu exemplo.

- Até com as televisões
Que programas as crianças vêem.

- Com o Estado
Com o estado, as crianças deveriam aprender a ordem e a orientação de como tudo funciona e vai funcionar.  Os nossos governantes deviam dar bom exemplo, o Presidente, o Parlamento e o Governo deviam ser honrados e respeitados (claro que teriam que se dar ao respeito, não era por nenhuma ditadura mas sim por merecerem esse respeito). O estado devia ter planos para o futuro e fazer saber aos jovens de como o seu país pretende ser e o que espera de cada cidadão.

Se houver respeito pelo outro e vontade de fazer bem, quase de certeza essa pessoa tem bons princípios incutidos e tornará à sua volta um ambiente agradável e produtivo.

Assim a educação é um todo que requer um trabalho em equipa que pode dar ótimos resultados se tiver o empenho de todos e criar pessoas boas e úteis no futuro.

Claro que é fácil dizer e muito mais difícil fazer mas no possível se todos fizéssemos a nossa parte poderíamos ser um país melhor no futuro.




segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Formal nem pensar!


A propósito de ler na revista Vogue inglesa do mês de Novembro na descrição de uma fotografia de moda.

"not so formal" - sem grandes formalidades.

Existe a moda de tudo tem de ser relaxado.  Fica bem alguma coisa não estar de acordo.  O certinho não dá jeito, dá trabalho e portanto o que está a dar é o estilo imperfeito.

A liberdade em tudo, se for em excesso pode criar falta de noção de conduta.  Não é preciso ser formal, tudo deve ser relaxado e portanto cometem-se mais excessos do que deveria acontecer.  Até o nosso parlamento mostra isso.

Como os adolescentes olham para o parlamento em que deputados faltam ao respeito uns aos outros.

Não há politico que não tenha que fingir que vai a uma reunião de fim de semana vestido descontraidamente.   Existe um "complexo da gravata". Aquelas fotografias de fim de semana são esquisitas.

Uma situação ridícula são as escolhas de cores de gravatas, julgo que já ninguém pensa que as cores são escolhidas ao acaso, por vezes cores para dar um ar relaxado ou moderno como verde alface ou rosa num Presidente da República que já não é novo, não joga.  Julgo que o Passos Coelho também segue essa linha. Apesar de novo, atendendo ao seu cargo devia ser mais sóbrio, até porque não coincide com a personalidade de cada um.

Outra situação ridícula é os políticos estarem a conversar com outro politico em cadeiras virados para os fotógrafos e cruzarem as pernas como se estivessem num salão de chá, ou em casa de familia.  Vi o Sócrates fazer isso com o presidente Obama, (julgo que a ideia era dar um ar relaxado).  O Cavaco Silva também faz. Não percebo, fica muito mal.  Eu acho que não dá um ar sério, nem másculo dá um ar compremetido a uma conversa de dois politicos. É estranho este hábito.
Julgo que muitas vezes são os consultores de imagem que precisam de dar um ar que sabem muito e depois metem argoladas.

No fundo tentam dar um ar descontraído e para mim dá um ar fabricado.

Agora também as pessoas ao fim de semana têm de vestir uma roupa descontraída mesmo que estejam na cidade mas o que acontece é que a maior parte dá um ar que  vai para o campo.  Nas senhoras a moda das calças por dentro das botas é muito ridícula, qualquer idade e feitio anda assim.

Com a atitude "not so formal"

As crianças têm de estar apalhaçada e ter os sapatos cheios de cor, ou então com roupa deprimente super escura, cheias de brilhantes.   Como uma criança pode criar imaginação se está vestida com pretos e roxos ou está toda às cores estilo palhaça. A ideia é nada ser simples.  Até as cuecas têm de ser coloridas e cheias de bonecos.  Os pijamas então dos rapazes parece que são para dar pesadelos, em vez de serem para relaxar.

Necessidade de afirmação por não dar o seu melhor.  Pelo relaxamento, pela descontração.

Convém dar um ar relaxado.  É mais fácil ser se trapalhão do que ser esmerado.

A sociedade aceita melhor os trapalhões e relaxados.  Quem se esforça e procura sempre aperfeiçoar é esquisito e aborrecido.

Depois há outra vertente, que é, os relaxados fabricados serem super-heróis como conseguissem fazer tudo.
São perfeitos porque, são relaxados, desportistas bons profissionais e muitos até tentam dar um ar que são excelentes pais.  Tanto em homens como em mulheres, existem uns que não se importam de dar um ar que conseguem tudo, mesmo que muita gente como as professoras dos filhos ou a sua ou suas empregadas passarem a vida a tapar os "buracos" que eles criam nos seus filhos.  Ás "três pancadas" consegue-se muita coisa.

Existe a crença ou dá jeito essa crença que as crianças devem crescer livres conforme a sua personalidade,  livres para deixar a sua personalidade se formar, o resultado é uma quantidade de malcriados e selvagens que andam por aí e cada vez são mais.

Os jovens não se querem comprometer, os sonhos são outros.

As famílias gostavam de ter mais filhos mas o momento é de "arrepiar caminho".

Com tantos divórcios muitos voltam ao "ataque" diz-se de brincadeira que agora "estão de predadores", voltam a sair e voltam aos namoros.

É mais fácil ser relaxado do que ser exigente consigo próprio, procurar disciplinar e dar exemplo ao próximo dá muito trabalho e pode não correr bem, o melhor é não tentar porque assim não falhou.

Parece que é mais fácil ser egoísta do que respeitar o outro. E com isto o "not so formal" vai prevalecendo na sociedade de hoje em dia.

E as crianças no meio disto tudo, qual o caminho que vão adotar?




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