sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Coisas boas em Portugal e o que devia ser melhor


Boas qualidades
Sol
Praias fantásticas
Paisagens fantásticas
Monumentos com história
Bons programas culturais
Boa Gastronomia
Diversidade de pessoas
Bons hospitais
Hoteis variados
Povo simpático
Paz


Devia melhorar
A Justiça funcionar
Industria suficiente
Agricultura forte
Pescas têm de existir
Desemprego baixar
Os programas educativos mais adaptados à actualidade
Professores mais adaptados e motivados para a actualidade.
Mais apoio às famílias para fomentar crescimento da natalidade



Informar o Povo


Governo precisa de fazer um balanço do que já conseguiu.

O Governo precisa de explicar,  não para os politicos perceberem mas para o povo perceber.

Deviam fazer:
- um mapa em que simplesmente estava o que se gastava antes e o que agora se gasta.
- o que já se consegue poupar
- o que está a ser feito em cada ministério
- o que vai ser feito para melhorar

Deviam publicar nos jornais e dar na televisão, não é por alto dizer os milhões, é com comparações ao que era e o que está a ser em todos os sectores que as reformas aconteceram e que vão acontecer.

Ajudava a compreender e obrigava quem está a tentar poupar a ter um compromisso.


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Dos Pokémons aos Drones


Quando um dos meus filhos era pequeno, existiam uns bonecos animados que eu achava incríveis, eram os Pokémons.  O incrível era que as crianças combatiam através de mandar para combate os seus lutadores (um genero entre robots e animais de estimação) que faziam o trabalho pelas crianças que queriam combater.  Achei que isso era um bocado cobarde, que poderia levar as crianças a querem que outras brigassem por elas e achei que promovia a cobardia.  Foi um grande sucesso e com isso geraram-se imensos brinquedos etc.

Agora existe uma arma de guerra que são os Drones.  Já tinha ouvido falar dos aviões telecomandados que a América tinha, mas só com o artigo do jornal Público de 18.11.2012 em digital, que tomei mais conhecimento das suas funções, "são aviões não tripulados - os UAV (unamanned armed vehicles) mais conhecidos como Drones.  Se isto já se sabe, o que existirá secreto.  Pela guerra que está a acontecer agora e que dura mais ou menos à seis dias entre Israel e a Palestina ficámos a saber de um escudo anti-míssil que já existia mas que agora está a ser mais falado e que consegue que os misseis não cheguem ao destino.

Ao contrário do que eu pensava dos Pokémons que promoviam a cobardia, agora é real.  Não entrando em julgamentos políticos, será cobardia ou será bom, porque vai poupar vidas humanas.  É complicado esta fronteira entre o bem e o mal.  Começa por ser um assunto sobre guerra que é sempre terrível e muito discutível mas se fosse mãe de um filho que tivesse de ir combater o que eu preferia?

No fundo se todos os que combatem tivessem acesso a este tipo de armamentos talvez se poupasse em vidas humanas e sofrimento, e a guerra passava a ser mais intelectual e uma "gestão de orgulhos" e quase uma pontuação tipo "guerra atmosférica", que seria antes da "guerra intergalática" que será no futuro.


Assim temos a guerra cibernética que está a ocorrer nos nossos tempos e passaríamos a ter uma guerra atmosférica e não terrestre que faz tremer qualquer ser humano. 

Os nossos combatentes como já acontece com os pilotos dos Drones, passam a estar à frente de um ecran a combater (difícil para distinguir a vida real e a sensibilidade humana para as suas funções) e outros estarão a gerir os escudos etc.   Afinal todos os jovens viciados em jogos de computador que à partida se acha que vai ser dificil o seu futuro, poderão vir a ser os nossos militares do futuro.  Em vez de valentia e força fisica precisarão de técnicas e habilidades criadas á frente de qualquer consola que foi sua companheira durante muitos anos.

Será assim?



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Educar para quê?


Porquê ser ou ter que ser educado?

Não é um capricho, querer educar as criancinhas, não devia ser pelo menos....

Se fosse possível que os adultos quando educam as crianças transmitissem a mensagem que educar não é para fazer a vontade aos adultos mas existe uma razão para cada atitude ou actividade, talvez fosse mais fácil educar.

Se os adultos perceberem que se os filhos forem educados e o mais equilibrados possível, todos terão um futuro mais fácil e agradável, talvez as coisas possam vir a ser diferentes.

Muitas vezes as pessoas até sabem as regras mas acham que não têm importância ou que ninguém repara.  e adiam para outro dia chamar à atenção dos filhos a preguiça faz muitos pais acharem que não é importante ensinar o que eles aprenderam na vida e o que lhes foi transmitido.  E no fundo o mais importante de haver país é estes poderem ensinar aos filhos o que já aprenderam para os seus filhos não terem que começar da estaca zero.

Se for um hábito praticar as regras de educação que foram fornecidas elas tornam-se parte da pessoa e já se pratica sem pensar.

Todos sabemos como é muito mais fácil ter uma reunião com pessoas equilibradas e cordatas do que com pessoas que não sabem os seus limites nem se preocupam com os outros.

É preciso perceber que a educação não se restringe a dizer bom dia ou boa tarde ou ter estudado.

A educação das crianças ou de uma nação, passa por várias coisas:

- Com os pais
Carinho, afecto
Atenção
Brincar, não é dar brinquedos.  É ajudar a com alguma coisa eles poderem brincar de forma a ajudar e dar espaço a desenvolver a sua imaginação.
Conversar, saber o que se passa e transmitir experiências e valores.
Ler histórias e conversar sobre elas.
Confiar e apostar nos desempenhos.
Ajudar a saber gerir as adversidades, ajudar a criança a saber se auto-controlar, as angústias do crescimento, as alegrias e as tristezas da vida.
Os relacionamentos com os amigos etc.
Disciplinar, e ensinar a gerir a sua higiene pessoal e a sua saúde no seu todo.
Ajudar a criança a aceitar e respeitar os outros que o rodeiam.
Saber que existem deveres e obrigações, para além dos prazeres.
Motivar para o conhecimento. (ver post de 11 de Out.).
Se possível dar facilidade para a criança poder fazer um desporto que goste e aprender música.
E claro sem exemplo é difícil que a criança vá seguir o que diz se fizer o contrário.
Existem professores que dizem que as crianças são o reflexo do que se passa em casa.

Algo que acho importante e não sei como dar às crianças, que é a garra, a vontade de vencer que é muito importante.  Julgo que passa pela auto-estima que se adquire com o que enunciei anteriormente e no desporto com a competição mas tenho as minhas dúvidas se será só assim, porque se uma criança não gostar da competição, a criança mesmo que passe a competir muitos anos não é isso que a vai convencer a ganhar.  Claro que também existe a adversidade que é talvez o factor que dá para criar mais vontade de vencer, mas a adversidade até aonde.
Criar etapas metas, talvez mas se forem altas demais só gera frustrações por isso o que será melhor?
O acreditar e acompanhar a criança nos seus desempenhos com gosto e interesse verdadeiro ainda é a melhor solução para criar pessoas com energia de realizar e concretizar para atingir os objetivos.
Por respeito aos outros e para tornar a vida mais agradável ao nosso redor.  Quando somos educados, e agradáveis para os outros é mais fácil que eles o sejam para nós.

- Com os professores
Os professores têm um papel importantissimo em todas as crianças.  Um professor agradável, seguro e confiante fazem muita diferença.  Devem ser motivadores e atentos para perceber como comunicar com cada criança ou estilo de classe que têm.  Claro que primeiro as crianças todas deviam saber que a primeira coisa é respeitar os professores e sabemos que isso não acontece.
Professores de música e desporto têm ou deviam ter uma forma de estar que é muito boa para transmitir às crianças que é a disciplina com gosto e alegria.  Com esforço e disciplina conseguem-se atingir objetivos mais facilmente e com resultados mais rápidos.

- Nos ATLs
 A forma de ser e o que ensinam a brincar pode influenciar e influencia uma criança no seu crescimento.
- Com os avós
Com a atenção e o carinho que os avós podem dar aos seus netos e claro com o seu exemplo.

- Até com as televisões
Que programas as crianças vêem.

- Com o Estado
Com o estado, as crianças deveriam aprender a ordem e a orientação de como tudo funciona e vai funcionar.  Os nossos governantes deviam dar bom exemplo, o Presidente, o Parlamento e o Governo deviam ser honrados e respeitados (claro que teriam que se dar ao respeito, não era por nenhuma ditadura mas sim por merecerem esse respeito). O estado devia ter planos para o futuro e fazer saber aos jovens de como o seu país pretende ser e o que espera de cada cidadão.

Se houver respeito pelo outro e vontade de fazer bem, quase de certeza essa pessoa tem bons princípios incutidos e tornará à sua volta um ambiente agradável e produtivo.

Assim a educação é um todo que requer um trabalho em equipa que pode dar ótimos resultados se tiver o empenho de todos e criar pessoas boas e úteis no futuro.

Claro que é fácil dizer e muito mais difícil fazer mas no possível se todos fizéssemos a nossa parte poderíamos ser um país melhor no futuro.




segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Formal nem pensar!


A propósito de ler na revista Vogue inglesa do mês de Novembro na descrição de uma fotografia de moda.

"not so formal" - sem grandes formalidades.

Existe a moda de tudo tem de ser relaxado.  Fica bem alguma coisa não estar de acordo.  O certinho não dá jeito, dá trabalho e portanto o que está a dar é o estilo imperfeito.

A liberdade em tudo, se for em excesso pode criar falta de noção de conduta.  Não é preciso ser formal, tudo deve ser relaxado e portanto cometem-se mais excessos do que deveria acontecer.  Até o nosso parlamento mostra isso.

Como os adolescentes olham para o parlamento em que deputados faltam ao respeito uns aos outros.

Não há politico que não tenha que fingir que vai a uma reunião de fim de semana vestido descontraidamente.   Existe um "complexo da gravata". Aquelas fotografias de fim de semana são esquisitas.

Uma situação ridícula são as escolhas de cores de gravatas, julgo que já ninguém pensa que as cores são escolhidas ao acaso, por vezes cores para dar um ar relaxado ou moderno como verde alface ou rosa num Presidente da República que já não é novo, não joga.  Julgo que o Passos Coelho também segue essa linha. Apesar de novo, atendendo ao seu cargo devia ser mais sóbrio, até porque não coincide com a personalidade de cada um.

Outra situação ridícula é os políticos estarem a conversar com outro politico em cadeiras virados para os fotógrafos e cruzarem as pernas como se estivessem num salão de chá, ou em casa de familia.  Vi o Sócrates fazer isso com o presidente Obama, (julgo que a ideia era dar um ar relaxado).  O Cavaco Silva também faz. Não percebo, fica muito mal.  Eu acho que não dá um ar sério, nem másculo dá um ar compremetido a uma conversa de dois politicos. É estranho este hábito.
Julgo que muitas vezes são os consultores de imagem que precisam de dar um ar que sabem muito e depois metem argoladas.

No fundo tentam dar um ar descontraído e para mim dá um ar fabricado.

Agora também as pessoas ao fim de semana têm de vestir uma roupa descontraída mesmo que estejam na cidade mas o que acontece é que a maior parte dá um ar que  vai para o campo.  Nas senhoras a moda das calças por dentro das botas é muito ridícula, qualquer idade e feitio anda assim.

Com a atitude "not so formal"

As crianças têm de estar apalhaçada e ter os sapatos cheios de cor, ou então com roupa deprimente super escura, cheias de brilhantes.   Como uma criança pode criar imaginação se está vestida com pretos e roxos ou está toda às cores estilo palhaça. A ideia é nada ser simples.  Até as cuecas têm de ser coloridas e cheias de bonecos.  Os pijamas então dos rapazes parece que são para dar pesadelos, em vez de serem para relaxar.

Necessidade de afirmação por não dar o seu melhor.  Pelo relaxamento, pela descontração.

Convém dar um ar relaxado.  É mais fácil ser se trapalhão do que ser esmerado.

A sociedade aceita melhor os trapalhões e relaxados.  Quem se esforça e procura sempre aperfeiçoar é esquisito e aborrecido.

Depois há outra vertente, que é, os relaxados fabricados serem super-heróis como conseguissem fazer tudo.
São perfeitos porque, são relaxados, desportistas bons profissionais e muitos até tentam dar um ar que são excelentes pais.  Tanto em homens como em mulheres, existem uns que não se importam de dar um ar que conseguem tudo, mesmo que muita gente como as professoras dos filhos ou a sua ou suas empregadas passarem a vida a tapar os "buracos" que eles criam nos seus filhos.  Ás "três pancadas" consegue-se muita coisa.

Existe a crença ou dá jeito essa crença que as crianças devem crescer livres conforme a sua personalidade,  livres para deixar a sua personalidade se formar, o resultado é uma quantidade de malcriados e selvagens que andam por aí e cada vez são mais.

Os jovens não se querem comprometer, os sonhos são outros.

As famílias gostavam de ter mais filhos mas o momento é de "arrepiar caminho".

Com tantos divórcios muitos voltam ao "ataque" diz-se de brincadeira que agora "estão de predadores", voltam a sair e voltam aos namoros.

É mais fácil ser relaxado do que ser exigente consigo próprio, procurar disciplinar e dar exemplo ao próximo dá muito trabalho e pode não correr bem, o melhor é não tentar porque assim não falhou.

Parece que é mais fácil ser egoísta do que respeitar o outro. E com isto o "not so formal" vai prevalecendo na sociedade de hoje em dia.

E as crianças no meio disto tudo, qual o caminho que vão adotar?




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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Politicos e publicidade, será paga?

Agora há uma tendência para os políticos serem como os futebolistas.

Também servem para vender espaço publicitário?


  
                                                 
Os políticos falam com placards de publicidade atrás.  Deviam ter mais cuidado!

Percebo que o próprio esteja mais preocupado no seu discurso, mas os seus acessores têm de verificar as situações que põe em causa a imagem de um politico.

Estou a falar da triste situação do nosso Presidente da República a inaugurar um hotel da capital de um grupo privado (grupo Sana dito, 3 vezes no discurso) que não devia ter feito, discursa com um placar a mostrar repetidamente o grupo a que pertencia o hotel.  A situação foi toda ridícula mas ainda por cima com o placard atrás. Apareceu na SIC noticias.

O nosso Primeiro Ministro quando foi à fábrica da Sicasal, que acho que mereceu a sua visita, não devia ter ficado mesmo com o simbolo do fiambre atrás nas imagens da televisão em que ele está sentado.  Esta imagem também tem um placard que eu acho que não devia ter. 

Acho que deve haver um certo decoro. 

 Já têm a sorte dos políticos irem mas agora aproveitarem para escandalosamente colocarem o politico com publicidade gratuita atrás é demais.

Só se alguém anda a receber dinheiro com este tipo de publicidade.

Fica muito mal!!!

Será que a História está a ser bem contada?

Como a história pode ser contada.

Nunca pensei que os historiadores tivessem tanto poder.

A história passada se for muitas vezes contada numa versão, as outras versões perdem-se na "história".

Os historiadores com mais poder conseguem criar uma história que pode não ser isenta e servir interesses.

Os protestos de ontem vão ser contados e recontados.  Já se estão a ver várias versões.  Eu assisti na televisão em directo .

Desde pequena que sei se está junto do local do crime podemos ser acusados de cumplicidade.  

Também sei que quando a policia manda dispersar deve-se rapidamente dispersar.  Portanto aquela gente toda que agora se queixa, não estão a ser sérios, aceitaram que a policia de choque fosse apredrejada e foram avisados e tiveram oportunidade de sair dali e não quiseram.

Sei também e acho que toda a gente sabe, que a forma de acção da policia de choque é assim, avança em frente sem ligar se é loiro ou moreno.  Portanto as pessoas "agora vítimas" estão a tentar aproveitar a situação o que é triste.

No futuro a versão deste acontecimento vamos ver quem ganha na forma.  Os jornalistas têm um papel fundamental e acho que muitos não se apercebem de quanto séria é a sua missão.  

A história de um país é fundamental.  E a história justa e bem contada ainda mais importante.

À algum tempo apercebi-me que amigos com filhos em escolas no Brasil, em Moçambique e Macau, dizem que a história que os filhos aprendem sobre Portugal é diferente.

Será que alguém se preocupa com isso.  Será que Portugal tem alguém a procurar que a versão seja justa e correcta.

São gerações e gerações que podem e vão ficar com uma ideia errada sobre Portugal.

Não quero nem por sombras falar de livros de Estado Novo nem nada assim, mas não há dúvida que se alguém quiser diminuir a imagem de um país, ou revoltar um povo, pode começar pelo que transmite nas escolas.

Quem diz nos países que referi diz no resto do mundo.  

O nosso património histórico deve ser defendido.




terça-feira, 13 de novembro de 2012

Será que a liberdade é um luxo?

A liberdade no conceito amplo do tema.

A liberdade é e devia ser um direito de todo o ser vivo, principalmente do ser humano.

A liberdade tal como outros conceitos é um conceito relativo e discutível.

Quando a liberdade é tanta que acaba por prejudicar outros.

Até aonde se considera normal a necessidade de liberdade e passa a ser uma necessidade egoística?

O que se pode considerar um pensamento livre?

Será que a educação ou a falta dela tira ou dá mais liberdade?

A Internet quando surgiu para o público em geral veio dar uma noção de liberdade fantástica.  Cada um podia escrever o que queria, outros podiam procurar por todos os assuntos possíveis e a sensação era realmente revolucionária.

Enquanto os estados não perceberam o poder da internet conseguiu-se ter noticias de sítios recônditos em normalmente a informação vinha deformada, passou-se a conseguir saber mais.

Hoje em dia sabe-se que os nossos emails podem estar a ser lidos por alguém, que existem muitos aparelhos de escuta telefónica etc.

Mas entretanto a liberdade foi demais e começou-se a perceber que muitas vezes a liberdade de uns prejudicava outros e começaram as limitações.

À pouco tempo o Economist falava que qualquer dia tínhamos uma internet em cada país.

É sabido que na China a internet é moldada pelo partido comunista chinês.  E sabe-se lá tantos outros países, e outras limitações que nós desconhecemos.

Coisas terríveis se passam no mundo com a limitação do ser humano até à mais básica limitação de liberdade que é a física.

Não consigo reagir bem a ainda hoje em dia  haver mulheres que têm de viver de burka e que têm todas as outras limitações que essas religiões obrigam, mas falo de uma liberdade mais do mundo ocidental, em que é suposto as mulheres terem os mesmos direitos que os homens.

Agora são os jornais que querem que o Google pague as notícias.  Portanto tínhamos as notícias de graça através da internet e agora só se pagar. 

Também nos tempos que correm já nos jornais nós olhamos para eles a ver quem teve poder para colocar as notícias.  etc  A liberdade de imprensa é muito relativa.  O caso do fecho do jornal Independente...etc.

O ser humano quando obtém a liberdade total acaba mal.  Quem não cria laços de amizade e familiares acaba numa solidão terrível.  Ao principio parece fantástico poder fazer tudo o que quer mas de repente vê-se sózinho, com hábitos desregrados e muito isolado.

Muitos "génios" libertam-se mais das suas obrigações e aplicam o seu tempo todo como querem sem pensar nos seus queridos e com isso muitas vezes é assim que conseguem resultados fantásticos profissionais na sua vida.  Está em quem o rodeia se aceitam esse egoísmo e procuram viver na mesma com o "génio" ou não.

 A liberdade de uma pessoa, prejudica muitas vezes o "vizinho" e a sua liberdade acaba por ter de ser limitada.

Conforme os países existe mais ou menos liberdade.

A nível pessoal a liberdade também é limitada e relativa.  

No fundo a liberdade acaba sempre por ser limitada e relativa.

Quem quer liberdade a mais que prejudica o outro acaba por ser egoísta e torna o relacionamento com os outros mais difícil.

A solução é conseguir atingir um equilíbrio entre a liberdade e o compromisso.

A liberdade é um luxo que tem de ser utilizada com moderação.


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Pequenos negócios, vão aparecer?

As costureiras têm proliferado pela cidade de Lisboa.  

Cresci a ver a profissão de costureira a desaparecer, as lojas de tecidos a fecharem, toda a gente via que o que se comprava muitas vezes era mais barato do que mandar fazer.

Agora com a crise, e a retração ao consumo fez olhar para o que já se tinha doutra maneira e assim com a ajuda das costureiras vão se procurando fazer alterações e arranjos para aproveitar melhor o que se têm.

Eis uma coisa boa, aproveitar melhor o que se tem!

Outra coisa boa, é ver tantas mulheres com coragem e iniciativa para se lançarem no seu negócio.

Será que vão voltar mais lojas de tecidos?

As retrosarias vão voltar a ter procura?

As lojas dos chineses proliferaram e agora já estabilizaram ou reduziram a sua presença.

Houve uma altura que eram lavandarias a aparecer.

Em quase todos os bairros apareceram um ou mais cabeleireiros.

Com o gasóleo tão caro e os transportes também caros e demorados, muita gente começou a andar a pé.

Embora os tecidos continuam mais ao menos iguais, os sapatos muitos se não a maior parte têm a sola sintética que dura e não se gasta.  Mas mesmo assim vejo trabalho para os sapateiros.

Se ainda houver sapateiros vivos, agora é boa altura para abrir um negócio.  

Os chineses/indianos/paquistaneses estão a apostar nas frutarias em cada bairro.

Todos os negócios que venham a crescer, a probabilidade de sucesso prende-se muito com o tipo de actividade, se são ligados a bens de primeira necessidade ou não.

As padarias agora voltam a aparecer mas ligadas a um luxo que não é o que agora é preciso. Vamos ver como evoluem.

Que mais negócios iremos ver voltar a renascer?



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Baralhar e voltar a dar?

Nas empresas um bom departamento de recursos humanos procura que as pessoas que trabalham na organização, estejam adequadas ao trabalho que fazem.    

Um Gestor de pessoal competente juntamente com os responsáveis de cada direção, procuram que dentro do possível haja um equilíbrio entre a satisfação da empresa e a satisfação do empregado.

No estado isto, a maior parte das vezes não acontece.  A maior motivação é estar incluído no quadro da função pública e só depois se conseguirem, fazer um trabalho razoável.

Os recursos humanos não devem ser um sector de burocracia que só trata das baixas ou faz favores aos preferidos.  Deve ser isento.

Porque não em cada ministério e empresas do estado antes de despedir, fazer um levantamento dos recursos humanos que existem não só em número mas nas capacidades e motivações que existem em cada grupo, e procurar seriamente colocar e recolocar os empregados adequando a satisfação para ambos os lados.

Muitas vezes existem serviços que falta pessoal e outros com pessoal a mais.

É preciso que antes de despedir haja um género de recursos humanos que interligue todos os sectores para que não sejam desperdiçados recursos humanos e que não vão para a rua podendo serem colocados noutro cargo equivalente ao deles.

Não é preciso criar comissões, é preciso trabalhar com o que têm e rapidamente.
Quando quiserem despedir que não seja ao calhas, e que exista algum critério com fundamento.

Que os departamentos fiquem racionalmente mais organizados e bem estruturados.
Já que querem restruturar que seja a sério e eficazmente, para que o povo compreenda que haja melhorias.

Por isso sim, é preciso baralhar e voltar a dar e só depois ver se sobram "cartas".